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Testemunhas relatam pânico com ataque a tiros em Sidney: ‘achei que fossem fogo de artifício’
Publicado 14/12/2025 • 16:48 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 14/12/2025 • 16:48 | Atualizado há 1 mês
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Testemunhas relataram como foi o ataque a tiros na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália, que deixou ao menos 12 mortos — incluindo um dos atiradores — na tarde deste domingo (14). O local sediava um evento judaico de Hanukkah, com a presença de crianças e bebês. Ao menos 29 pessoas ficaram feridas, segundo a imprensa australiana.
Centenas de pessoas participavam do evento quando os disparos começaram. Antes do ataque, o ambiente era descrito pelas testemunhas como celebrativo, interrompido por estampidos inicialmente confundidos com fogos de artifício por alguns dos presentes. Com a aproximação dos dois atiradores, houve correria generalizada.
As pessoas buscaram se esconder atrás de carros estacionados, dentro de banheiros de restaurantes, em garagens e até mesmo em apartamentos de desconhecidos. Lachlan Moran, de 32 anos, estava esperando por sua família nas proximidades quando ouviu os disparos. “Entrei em pânico e corri. Comecei a correr o mais rápido que pude”, disse. Ele relatou que os tiros seguiram por cerca de cinco minutos. “As pessoas estavam chorando, foi simplesmente horrível”, completou.
Leia mais:
Ataque a tiros na Austrália deixa 12 mortos; autoridades falam em ação antissemita
Ao The Sydney Morning Herald, o jornalista Elias Visontay contou que estava no local com amigos. “Inicialmente, achei que fossem fogos de artifício”, relatou. Ele descreveu a correria das centenas de pessoas, que buscaram lugares para se esconder. “Estávamos todos lá, pingando água salgada, descalços e cheios de areia, amontoados atrás de portas de garagem e prédios de apartamentos em estilo art déco. Foi surreal”, afirmou.
Minutos depois, Visontay voltou ao seu carro, onde o celular não parava de tocar: eram ligações de familiares e amigos preocupados, além de pessoas que diziam conhecer feridos. No caminho para casa, ele se deparou com o que chamou de “um fluxo constante de ambulâncias na direção oposta”. “É um dia incrivelmente sombrio para Sydney e para a Austrália, sem dúvida. Mas para a comunidade judaica, parece que tudo mudou”, concluiu.
Outras testemunhas também relataram cenas de pânico. Pessoas correram da praia em desespero, pulando carros e muros. Finn Foster, de 18 anos, turista canadense, disse ao The New York Times que também confundiu inicialmente os tiros com fogos de artifício. Segundo ele, os disparos vieram em sequência.
Ebonny Munro, de 32 anos, contou ao jornal norte-americano que estava no local com o filho de 17 meses quando ouviu os disparos. Ela afirmou que se jogou sob uma churrasqueira ao lado de outro homem para se proteger.
A imprensa local descreve um cenário de desolação: pessoas chorando, feridos transportados em pranchas de surfe e crianças que se perderam dos pais em meio à fuga. Helicópteros tiveram de pousar em um campo esportivo próximo para levar feridos ao hospital.
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, classificou o ataque como um ato de terrorismo antissemita que atingiu o coração da nação. O massacre ocorreu em uma das praias mais populares e icônicas da Austrália. Um dos atiradores foi morto pela polícia, enquanto o outro permanece em estado crítico.
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