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Trump critica Otan por ausência em guerra contra o Irã e diz que EUA “nunca precisaram” de apoio

Publicado 17/03/2026 • 16:17 | Atualizado há 30 minutos

KEY POINTS

  • Trump atacou aliados da Otan por não aderirem ao esforço militar contra o Irã e chamou postura de “erro”.
  • Presidente afirmou que os EUA não precisam de apoio externo e criticou aliança como “via de mão única”.
  • Também indicou viagem à China para encontro com Xi Jinping em cerca de cinco ou seis semanas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou nesta terça-feira (17) os aliados da Otan pela resistência em participar da guerra contra o Irã, ao mesmo tempo em que afirmou que os EUA não dependem de apoio externo para conduzir suas operações militares.

Durante encontro no Salão Oval com o primeiro-ministro da Irlanda, país que não integra a Otan, Trump classificou a postura da aliança – formada por 32 países da Europa e da América do Norte – como “um erro muito tolo”.

Crítico recorrente da organização, o presidente voltou a afirmar que a Otan se beneficia do poder militar e dos gastos dos EUA, e disse que a recusa em aderir ao conflito representa “um grande teste”, ainda que, segundo ele, o apoio não seja necessário.

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Nós não precisamos deles, mas eles deveriam estar lá”, afirmou Donald Trump, ao comentar a ausência de comprometimento dos aliados no enfrentamento ao Irã.

Nos últimos dias, Trump vinha afirmando que diversos países se uniriam a uma coalizão liderada pelos EUA, inclusive para ajudar a proteger o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo, atualmente afetada pela guerra.

Ele chegou a pedir que os “países do mundo que recebem petróleo pelo Estreito de Ormuz” assumissem a responsabilidade pela segurança da passagem, mas até agora nenhum membro da Otan confirmou participação efetiva.

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Em publicação na rede Truth Social, o presidente afirmou não estar surpreso com a postura da aliança, que descreveu como uma “via de mão única – nós os protegemos, mas eles não fazem nada por nós”.

Devido ao nosso sucesso militar, não precisamos mais – e nunca precisamos – da assistência dos países da Otan”, escreveu Trump, reforçando sua crítica histórica ao bloco.

Após as declarações, os preços do petróleo subiram, refletindo a incerteza sobre a formação de uma coalizão internacional capaz de reabrir o Estreito de Ormuz.

Ainda no encontro no Salão Oval, Trump afirmou que sua viagem à China para se reunir com o presidente Xi Jinping deve ocorrer em “cerca de cinco ou seis semanas”, indicando novo cronograma.

Inicialmente prevista para o fim de março, a viagem sofreu possível adiamento, em meio a tensões renovadas entre EUA e China, relacionadas tanto à guerra contra o Irã importante fornecedor de petróleo para os chineses quanto a uma nova investigação americana sobre práticas comerciais chinesas.

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