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Diretor de contraterrorismo dos EUA renuncia por discordar de guerra com o Irã
Publicado 17/03/2026 • 13:51 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 17/03/2026 • 13:51 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O diretor da Política Nacional de Contraterrorismo dos EUA, Joseph Kent, renunciou ao cargo alegando que não podia, em boa consciência, apoiar uma guerra contra o Irã que considera injustificada e motivada por pressões do lobby de Israel.
Kent, veterano da Guerra do Iraque, publicou uma carta de renúncia nesta terça-feira (17), na qual se opõe abertamente à guerra: “Não posso, em sã consciência, apoiar a guerra em curso no Irã.”
Na carta de demissão, Kent também criticou diretamente Donald Trump. Ele afirmou que, no primeiro mandato, o presidente americano demonstrou melhor do que qualquer outro como aplicar o poder militar sem envolver o país em guerras desnecessárias. Entretanto, o ex-diretor se posicionou contra a decisão de Trump em se engajar no conflito atual, declarando: “O senhor compreendeu que as guerras no Médio Oriente eram uma armadilha que custava aos Estados Unidos as preciosas vidas de nossos patriotas e drenava a riqueza e a prosperidade da nação.”
Outro ponto abordado por ele foram as propagandas americanas, defendendo que os EUA lançaram uma campanha de desinformação, semeando o sentimento pró-guerra apenas para incentivar o conflito com o Irã.
Após o anuncio, em entrevista, Donald Trump afirmou ter lido a declaração, e comentou: “Quando li a declaração dele, percebi que é bom que ele tenha saído, porque ele disse que o Irã não era uma ameaça. O Irã era uma ameaça, todos os países perceberam a ameaça que o Irã representava.”
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Em sua terceira semana, o conflito já afastou membros de altos cargos, não só do governo, mas de grandes empresas. Um outro grande caso foi a supervisora de robótica da OpenAI, Caitlin Kalinowski, que afirmou que o motivo do afastamento foi por não concordar com o uso de inteligência artificial em sistemas de armas autônomas nos Estados Unidos.
Pouco depois do anúncio de Kalinowski, a OpenAI anunciou um acordo com o Departamento de Defesa dos EUA para disponibilizar seus modelos de inteligência artificial em uma rede governamental classificada.
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