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Petróleo sobe mais de 3% com risco em Ormuz e impasse sobre apoio da Otan aos EUA
Publicado 17/03/2026 • 17:17 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 17/03/2026 • 17:17 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O petróleo fechou em alta nesta terça-feira (17), impulsionado por incertezas sobre a navegabilidade no Estreito de Ormuz e pela escalada de tensões no Oriente Médio, em meio à tentativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de formar uma coalizão internacional para escoltar navios petroleiros.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para abril avançou 3,32% (US$ 3,07 – R$ 15,96), encerrando a US$ 95,53 (R$ 496,76) o barril. Já o Brent para maio, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), subiu 3,20% (US$ 3,21 – R$ 16,69), para US$ 103,42 (R$ 537,78) o barril.
Ao longo do dia, os preços chegaram a perder força e operar próximos da estabilidade após declarações do diretor do Conselho Econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, de que o conflito entre EUA e Irã pode “acabar em breve” — avaliação posteriormente reforçada por Trump, que classificou a ofensiva americana como de “curta duração”.
Apesar do tom mais conciliador, o mercado voltou a se tensionar com a indefinição sobre o apoio da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Trump criticou os aliados, após a recusa de países do bloco em participar da operação no Oriente Médio, o que elevou dúvidas sobre a capacidade de garantir a segurança na região.
Segundo o presidente, os preços do petróleo devem cair “drasticamente” com o fim do conflito e a reabertura do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de energia. Dados da MarineTraffic mostram que apenas 15 navios atravessaram o estreito nos últimos dias, evidenciando a redução no fluxo.
Para analistas do Swissquote, a resistência europeia está ligada a tensões recentes com os Estados Unidos. “Trump impôs tarifas comerciais massivas e elevou a pressão sobre aliados, tornando politicamente difícil apoiar operações militares conjuntas”, afirmaram.
No cenário internacional, os reflexos já são sentidos. No Reino Unido, os preços dos combustíveis atingiram o maior nível em mais de 18 meses, segundo a Bloomberg, após duas semanas consecutivas de alta impulsionada pelo conflito.
Já na Europa, o primeiro-ministro da Grécia, Kyriakos Mitsotakis, afirmou que o país busca se consolidar como um hub estratégico de gás natural para as regiões Central e Sudeste, diante da redução da dependência de hidrocarbonetos russos pela União Europeia.
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