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Trump descarta preocupação com queda do dólar e defende ajuste natural do mercado
Publicado 27/01/2026 • 19:39 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 27/01/2026 • 19:39 | Atualizado há 2 meses
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Dólar fecha em alta de olho no Oriente Médio
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (27) que não considera excessiva a recente desvalorização do dólar americano. Em declarações feitas em Iowa, o republicano disse que a moeda está “indo muito bem” e que sua flutuação é esperada, minimizando o fato de a divisa ter atingido o nível mais fraco em quase quatro anos.
Trump ressaltou que prefere que o dólar encontre seu próprio patamar de forma justa, sem intervenções artificiais. O presidente também aproveitou para criticar economias asiáticas, como China e Japão, acusando-as de historicamente tentarem desvalorizar suas moedas para ganhar vantagem competitiva contra os produtos dos EUA.
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Dólar tem queda forte e recua para menor nível em dois anos
Apesar da postura tranquila de Donald Trump, o mercado reagiu com volatilidade. O índice Bloomberg Dollar Spot registrou sua queda mais acentuada em quatro dias desde abril de 2025.
O presidente chegou a brincar que poderia manipular a moeda “como um ioiô”, mas descartou a ideia por considerá-la prejudicial à estabilidade econômica a longo prazo.
As bolsas de Nova York encerraram a sessão de hoje com direções opostas. O S&P 500 renovou sua máxima histórica ao fechar em 6.978 pontos, impulsionado pelo otimismo no setor de tecnologia e pela expectativa com os balanços das “Sete Magníficas”, como Apple e Microsoft, que somam valor de mercado trilionário.
Em contraste, o índice Dow Jones recuou 0,83%, fechando em 49.003 pontos. O principal culpado foi o tombo das ações da UnitedHealth, que despencaram cerca de 19,6%. O setor de saúde foi atingido em cheio por uma proposta do governo Trump de manter praticamente congeladas as taxas de reembolso do Medicare Advantage para 2027.
A proposta do governo, liderada por Dr. Mehmet Oz na CMS, prevê um reajuste de apenas 0,09%, frustrando analistas que esperavam altas de até 6%. O mercado agora aguarda a “Super Quarta“, quando o Federal Reserve decidirá sobre os juros, o que pode injetar novos estímulos ou consolidar a cautela nos investimentos em 2026.
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