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Qual foi o preço mais alto do barril de petróleo da história? Veja quando o recorde aconteceu
Publicado 09/03/2026 • 19:03 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 09/03/2026 • 19:03 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: Freepik
O preço do barril de petróleo é um dos principais indicadores da economia global, influenciando diretamente o custo de combustíveis, transporte e diversos produtos ao redor do mundo.
Ao longo das últimas décadas, o mercado internacional de petróleo passou por períodos de forte volatilidade, impulsionados por crises geopolíticas, como as atuais no Oriente Médio, mudanças na oferta e na demanda e decisões de grandes produtores.
Esses fatores fizeram com que o valor do barril registrasse picos históricos em determinados momentos, marcando períodos de forte pressão sobre a economia global. Nos dias de hoje, a escalada na guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel aumenta ainda mais a pressão no mercado internacional.
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De acordo com informações do portal Fynsa, o maior preço nominal do barril de petróleo na história foi registrado em julho de 2008, quando o material do tipo Brent e o WTI chegaram perto de US$ 160 por barril, após ataques israelenses ao Irã.
Ao comparar o preço do barril de petróleo, é comum notar que, durante conflitos geopolíticos, especialmente no Oriente Médio, o preço do material chega a subir consideravelmente. Isso porque, no caso do Irã, o país domina grande parte do Estreito de Ormuz, principal rota responsável pelo abastecimento global de diversos materiais.
O bloqueio do estreito causa impactos diretos nas economias de países que dependem de petróleo ou gás natural. No caso do recente conflito no Irã, o fechamento de Ormuz e a escalada da guerra resultaram em um aumento considerável no petróleo.
Para termos de comparação, na última quinta-feira (05), o petróleo Brent avançou US$ 4,01, alta de 4,93%, fechando a US$ 85,41 por barril, registrando assim a quinta sessão consecutiva de elevação dos preços.
Já nesta segunda-feira (09), o Brent para maio fechou em alta de 6,8%, a US$ 98,96 (R$ 514,59) o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE). E o WTI para abril subiu 4,3%, a US$ 94,77 o barril. Na sua máxima do dia, os barris do WTI e do Brent chegaram aos US$ 119 (R$ 618,80), maior nível desde junho de 2022.
Na semana passada, o WTI havia acumulado alta de 35%, a maior variação semanal na história dos contratos futuros, desde 1983.

Nos anos seguintes ao recorde de 2008, o preço do petróleo passou por diversos ciclos de alta e baixa. Em 2022, por exemplo, o barril do tipo Brent chegou a ultrapassar a marca de US$ 88, alcançando o nível mais alto desde 2014 naquele momento, segundo a agência France Presse.
No caso de 2026, como noticiado pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o Brasil deve sofrer impactos do conflito mesmo sem estar envolvido diretamente. Apesar de possuir a Petrobras, uma das maiores empresas do setor, a demanda e consumo não são suficientes, o que resulta em uma exportação mais cara devido aos valores aumentados.
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Mesmo com o eminente aumento dos preços e o impacto na economia mundial, os valores do petróleo ainda podem aumentar. De acordo com informações do The Guardian, os preços internacionais do petróleo podem superar US$ 100 por barril nos próximos dias e até atingir US$ 150 até o fim do mês, caso não haja uma solução para a interrupção no transporte de petróleo bruto pelo Estreito de Ormuz.
Ainda de acordo com o portal de notícias, nesse cenário, o fluxo de petróleo bruto pelo estreito cairia para cerca de 15% do volume habitual.
No entanto, com o bloqueio imposto pelo Irã aos petroleiros que atravessam essa rota marítima estratégica, apenas 10% das cargas de petróleo que normalmente passam pelo corredor conseguiram seguir viagem.
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