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Morre filha secreta de Freddie Mercury; ícone vendeu mais de 250 milhões de discos com o Queen
Publicado 16/01/2026 • 21:34 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 16/01/2026 • 21:34 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
A filha secreta de Freddie Mercury, revelada em 2025 pela biógrafa Lesley-Ann Jones no livro Com Amor, Freddie (Rocco), morreu nesta quinta-feira, 15, aos 48 anos. O falecimento foi confirmado pelo viúvo de B. – pseudônimo utilizado na biografia do pai para manter a privacidade da mulher – e pela própria biógrafa. A causa da morte foi um raro câncer na coluna vertebral.
“Nas primeiras horas da manhã de quinta-feira, recebi uma mensagem que esperava há algum tempo”, escreveu Lesley-Ann Jones em comunicado divulgado pela editora Rocco. “Desde o primeiro e-mail que recebi da filha de Freddie Mercury, em dezembro de 2021, eu sabia que ela não tinha muita vida pela frente”, relembrou a escritora.
Embora as editoras não divulguem cifras exatas, a biografia escrita por Lesley-Ann Jones é uma das mais rentáveis da história do rock, com traduções para mais de 20 idiomas e vendas estimadas na casa das centenas de milhares de exemplares, impulsionadas drasticamente pelo fenômeno do filme Bohemian Rhapsody em 2018.
Após o lançamento do polêmico filme Bohemian Rhapsody, B. entrou em contato com Lesley-Ann para agradecê-la pela publicação do livro Love of My Life, a primeira biografia de Mercury escrita pela autora britânica. “Disse que eu havia chegado mais perto do verdadeiro Freddie do que qualquer outro escritor ou cineasta”, relembrou Lesley-Ann.
A partir desta interação, as duas criaram uma amizade e B. lhe mostrou uma coleção de dezessete cadernos secretos, escritos à mão por Freddie, que o próprio lhe entregara quatro meses antes de falecer, em novembro de 1991. Os diários foram a base do livro, lançado em 2025, que revelou a existência de B. ao mundo.
“O que a motivou a entrar em contato comigo? Ela tinha pouco tempo de vida e não sabia ao certo até quando viveria. O câncer que a acometera na infância – a verdadeira razão das constantes mudanças de sua família, que buscava os tratamentos mais recentes e os especialistas mais renomados – havia retornado”, afirmou Lesley-Ann.
“Além de sua bondade, compaixão e espiritualidade inabalável, B. era uma mulher firme e determinada, que entregava e exigia honestidade absoluta. Não tolerava falsidades, dedicava-se totalmente à família e se irritava profundamente com a narrativa distorcida sobre seu pai que se espalhou após sua morte. Estava decidida a restabelecer a verdade sobre ele”.
“Pelos padrões da maioria das pessoas, a infância de B. foi excêntrica e incomum. Era filha de um astro do rock – e, além disso, uma filha mantida em segredo. Contra todas as probabilidades, ela sobreviveu à perda do pai, com quem conviveu por menos de quinze anos; dedicou-se aos estudos e formou-se na área médica, casou-se, constituiu família e viveu o que muitos considerariam uma vida afortunada. Ela transformou a minha vida. Sentirei sua falta para sempre”, finalizou o depoimento.
Quem é B., a filha secreta de Freddie Mercury
Lesley-Ann Jones jura ter se encontrado com a filha de Freddie Mercury. Uma filha que, segundo narra no livro Com Amor, Freddie lançado no Brasil pela Rocco em 2025, demorou 48 anos para se mostrar ao mundo. Apenas pessoas muito próximas ao cantor saberiam da existência dela.
Identificada apenas como B., a mulher vivia na Europa, trabalhava na área de saúde e tinha dois filhos, netos de Freddie. Ela teria convivido com o artista até a morte dele, pouco antes de B. completar 15 anos. Freddie não a escondeu por “vergonha” ou algo do tipo: queria que a filha tivesse o direito de levar uma vida anônima. Ter tido a vida tão exposta, dizia o cantor, era um de seus maiores arrependimentos.
B. teria sido fruto de um caso extraconjugal de uma amiga com Freddie nos anos 1970. O padrasto e a mãe dela decidiram não se separar após a gravidez nem realizar um aborto: mantiveram a amizade com o cantor e optaram por, os três juntos, criar a menina.
Apesar dos inúmeros compromissos profissionais, Freddie se fazia um pai presente. Esquecia o fuso enquanto estava na turnê The Works – que fez uma passagem pelo Brasil – com o Queen e ligava para a filha de madrugada. “Ele me educava com todo o cuidado, de uma maneira muito divertida, e seus argumentos eram cheios de ternura e delicadeza”, diz ela em certo trecho do livro.
Embora as editoras não divulguem cifras exatas, a biografia escrita por Lesley-Ann Jones é uma das mais rentáveis da história do rock, com traduções para mais de 20 idiomas e vendas estimadas na casa das centenas de milhares de exemplares, impulsionadas drasticamente pelo fenômeno do filme Bohemian Rhapsody em 2018.
Ícone da música mundial
A banda inglesa Queen, da qual Freddie Mercury era o vocalista e um dos compositores, é um dos maiores ícones da história da música mundial, fundada em 1970. Estima-se que as vendas de álbuns ao longo de sua carreira tenha atingido 250 milhões de discos, entre álbuns, singles e vídeos em todo o mundo.
“Greatest Hits”, de 1981, é o álbum mais importante da história comercial da banda e quebra recordes até hoje. Só no Reino Unido, é o álbum mais vendido de todos os tempos no país, com mais de 7 milhões de cópias. Aproximadamente 1 em cada 4 lares britânicos possui este disco. Em 2024, o álbum completou mais de 1.100 semanas na parada de álbuns do Reino Unido (um recorde absoluto).
A canção que colocou definitivamente o Queen na história da música é “Bohemian Rhapsody”. Em 2021, a música recebeu o selo de Diamante da RIAA (pelo menos 10 milhões de unidades entre vendas e streaming equivalente). O Queen foi a primeira banda britânica a conseguir este feito com um single.
“Bohemian” também é a música do século XX mais reproduzida em serviços de streaming (passando de 2 bilhões de reproduções no Spotify e o clipe passando de 1,7 bilhão no YouTube).
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