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Petróleo fecha em baixa de mais de 1% com mercado de olho em cúpula entre Trump e Putin
Publicado 15/08/2025 • 16:41 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 15/08/2025 • 16:41 | Atualizado há 8 meses
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Pexels
Plataforma de petróleo
Os contratos futuros de petróleo terminaram o dia em queda nesta sexta-feira (15), devolvendo parte dos ganhos registrados na véspera. O foco dos investidores segue voltado para o encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, que acontece ainda hoje no Alasca.
Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), o barril do petróleo WTI para setembro encerrou com queda de 1,81% (US$ 1,16, ou cerca de R$ 6,28, na cotação atual), cotado a US$ 62,80 (R$ 339,06) – acumulando baixa de 1,7% na semana. Já o Brent para outubro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), recuou 1,48% (US$ 0,99, ou R$ 5,36), fechando em US$ 65,85 (R$ 356,41) o barril. Na semana, o Brent caiu 1,1%.
O mercado ainda avalia que, apesar de Trump ter ameaçado “consequências graves” caso Putin não aceite um cessar-fogo, ele também demonstrou otimismo de que o encontro pode render algum avanço. Mais cedo, o republicano disse que quer o fim rápido da guerra entre Rússia e Ucrânia e reforçou que “não vai ficar satisfeito” se isso não acontecer hoje.
O preço do petróleo hoje sugere uma possível trégua nas tensões geopolíticas, mas a ausência de acordo pode trazer pressão para cima nos valores, segundo Neil Crosby, da Sparta Commodities.
“Se não houver entendimento, a pressão pode recair não só sobre a Rússia, mas também sobre quem compra seu petróleo. Isso pode forçar a Índia a buscar ainda mais petróleo no mercado à vista e, quem sabe, até fazer com que o governo indiano oriente as refinarias a evitarem o petróleo russo”, avaliou.
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De acordo com o Bank of America (BofA), as incertezas envolvendo o Irã, especialmente com a falta de conversas sobre o programa nuclear, e conflitos em outras regiões podem aumentar o risco geopolítico depois do verão no hemisfério Norte. Além disso, a decisão marcada para setembro do Grupo dos Oito dentro da Opep+ também pode pressionar os preços do petróleo, caso não surjam outros fatores para compensar.
Os investidores continuam analisando o relatório divulgado nesta semana pela Agência Internacional de Energia (AIE), que mostrou que a oferta de petróleo deve aumentar em um ritmo mais de três vezes superior ao crescimento da demanda.
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