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Presidente da Shell no Brasil vê o país como protagonista global da transição energética
Publicado 22/08/2025 • 17:34 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 22/08/2025 • 17:34 | Atualizado há 3 meses
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O Brasil deve ser um dos protagonistas globais da transição energética, aposta o presidente da Shell no país, Cristiano Pinto da Costa. Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, nesta sexta-feira (22), ele afirmou que a companhia vai ampliar investimentos em petróleo do pré-sal, biocombustíveis, energia solar e eólica, além de iniciativas ligadas ao mercado de carbono.
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“O Brasil tem uma matriz energética das mais limpas do mundo e potencialidades em todo o espectro do fornecimento de energia — seja óleo e gás, biocombustíveis, renováveis ou créditos de carbono”, destacou.
Segundo Pinto da Costa, o petróleo do pré-sal brasileiro, apesar de ser um combustível fóssil, possui baixa intensidade de carbono em comparação com a média mundial, o que contribui para reduzir as emissões. “Continuaremos investindo em óleo e gás, porque eles ainda serão necessários por décadas. Mas trabalhamos de forma concreta para diminuir a intensidade de carbono do que produzimos”, afirmou.
Entre as apostas da Shell no Brasil está o etanol da Raízen, considerada uma das maiores produtoras do mundo. Para o presidente da companhia, os biocombustíveis são “uma rota promissora de descarbonização”.
A Shell também vê espaço para crescimento acelerado em energia solar e eólica, além da participação em projetos de créditos de carbono, como reflorestamento e preservação de florestas para sequestro de CO₂.
O executivo ressaltou que o mundo terá 2 bilhões de pessoas a mais até 2050, principalmente no Hemisfério Sul, e que isso ampliará a necessidade de energia. “O consumo per capita de energia no Hemisfério Sul é um terço do registrado no Hemisfério Norte, e há correlação direta entre energia e qualidade de vida. Temos a obrigação de suprir essa demanda com fontes cada vez mais limpas”, disse.
Cristiano Pinto da Costa enfatizou que a previsibilidade regulatória e fiscal é condição essencial para manter investimentos de longo prazo no setor.
“São projetos que envolvem bilhões de dólares e se estendem por décadas. O investidor precisa ter segurança de que as regras não mudarão no meio do caminho, para que o retorno seja cumprido e novos investimentos possam ser realizados”, afirmou.
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