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Quais capitais têm a cesta básica mais cara do país? Veja ranking
Publicado 11/12/2025 • 10:49 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 11/12/2025 • 10:49 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Varejo cresce 1,0% em novembro e mantém avanço moderado em 2025, mostra IBGE
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O custo da cesta básica variou entre as capitais brasileiras em novembro e revelou diferenças importantes no custo dos alimentos. O levantamento apontou quedas expressivas na maior parte do país.
A análise da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em conjunto Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) registrou reduções em 24 capitais e indicou recuos relacionados ao aumento da oferta agrícola nacional. As instituições observaram reflexos diretos da boa safra sobre o varejo.
Leia mais: Índice da Ceagesp recua em novembro; veja os alimentos que mais mexeram nos preços.
Macapá, Porto Alegre, Maceió, Natal e Palmas registraram as maiores quedas, enquanto Rio Branco, Campo Grande e Belém apresentaram leves aumentos.
Segundo o DIEESE, o salário mínimo considerado adequado para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser R$ 7.067,18, o equivalente a 4,66 vezes o piso nacional de R$ 1.518,00.
São Paulo exigiu 59,91% do salário mínimo líquido e 121 horas e 55 minutos de trabalho para adquirir a cesta. Aracaju apresentou o menor impacto, com 38,32% do salário mínimo e 77 horas e 59 minutos de trabalho.
Leia mais: Índice de Preços dos Alimentos da ONU cai em novembro e mostra 3º recuo consecutivo.
O arroz agulhinha caiu 10,27% em Brasília. O tomate registrou queda em 26 capitais, com destaque para Porto Alegre, onde o preço recuou 27,39%. O açúcar e o leite integral também tiveram redução em 24 capitais, influenciados pela maior oferta e pelo comportamento do mercado internacional.
O café em pó ficou mais barato em 20 capitais, com reduções destacadas em São Luís, Campo Grande e Belo Horizonte, resultado da boa produtividade agrícola.
Leia mais: Para mercado, inflação dos alimentos terá maior peso em 2026.
O levantamento confirma que o custo da cesta básica varia entre as regiões e mostra como a oferta de alimentos influencia diretamente o orçamento das famílias.
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