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Ações da Azul despencam mais de 25%; entenda motivo
Publicado 15/12/2025 • 17:21 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 15/12/2025 • 17:21 | Atualizado há 3 meses
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Wikimedia Commons
Avião da Azul
As ações da Azul (AZUL4) registraram forte queda nesta segunda-feira (15) na B3, despencando 25,47%, negociadas a R$ 0,79.
A desvalorização ocorreu após a companhia aérea anunciar a aprovação de seu plano de reestruturação dentro do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, conhecido como Chapter 11.
O principal objetivo do plano de reestruturação é reduzir a dívida líquida da Azul de US$ 7 bilhões (cerca de R$ 37,8 bilhões, na cotação atual) para US$ 3,7 bilhões (R$ 20 bilhões), o que será feito sobretudo por meio de cortes expressivos nos custos com arrendamentos e juros.
A forte reação negativa do mercado reflete a expectativa de diluição dos acionistas. Segundo especialistas, para reduzir a dívida, a Azul deverá seguir o caminho “doloroso” de emitir mais ações, trocando-as por dívida com os credores.
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A dívida da companhia é grande, e os credores têm pouca disposição para emprestar dinheiro, especialmente em um cenário de alta competitividade de investimentos (Tesouro, CDB), o que força a companhia a buscar a emissão de novas ações.
Com a cotação a R$ 0,79, a ação da Azul passa a ser classificada como uma penny stock, termo usado para definir ações negociadas por menos de R$ 1 na bolsa brasileira.
As regras da B3 proíbem empresas de negociarem ações abaixo de R$ 1 por mais de 30 pregões consecutivos. Caso a situação se mantenha, a companhia precisará tomar medidas para ajustar seu valor.
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