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Banco Master: por que o caso é o maior desafio da história do FGC
Publicado 08/01/2026 • 13:23 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 08/01/2026 • 13:23 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
A liquidação do Banco Master já pode ser considerada um dos episódios mais complexos e impactantes do sistema financeiro brasileiro envolvendo empresas bancarias. A crise iniciada pela falência do Banco Master em 2025 exigirá um pagamento de repasse milionário.
Um pouco diferente de liquidações anteriores como Banco Rural (2013) ou Banco Azteca do Brasil (2016), o caso do Banco Master envolve um grande número de credores. A complexidade do caso, que inclui um pagamento de R$ 41 bilhões, maior pagamento da história do FGC em Comparação com Bamerindus (1997), aumenta a pressão e torna um dos maiores desafios da história do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Para que o processo de ressarcimento inicie, o FGC depende do envio, realizado pelo liquidante, da lista dos credores com direito a garantia, o processo normalmente demora entre 30 a 40 dias. Em nota, o Fundo Garantidor de Créditos, afirmou que aguarda o envio da lista, mas que, já está de acordo para iniciar os repasses assim que a relação for concluída.
Como o FGC ainda não recebeu a lista de credores, o prazo estimado de 30 a 40 dias já foi ultrapassado, e a liquidação do Banco Master completa 50 dias sem que os depósitos tenham sido liberados.
Leia mais: CPMI do Banco Master reúne assinaturas; expectativa agora é por decisão de Alcolumbre
O FGC é um mecanismo criado para garantir proteções a depositantes e investidores de instituições financeiras que enfrentam o processo de falência ou intervenção do Banco Central (BC). O fundo de proteção garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Investimentos como CDBs deixaram de render, ampliando as perdas reais dos investidores.
O FGC é mantido por contribuições mensais das instituições financeiras associadas, realizadas como uma espécie de seguro do sistema bancário. Entenda o tamanho do processo envolvendo o Banco Master.
O subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União TCU, defendeu a inspeção imediata do Banco Central pelo tribunal mesmo antes de uma decisão colegiada. Segundo o subprocurador, o pedido busca evitar que eventuais falhas de fiscalização da autoridade monetária abram espaço para “fraudes bilionárias”
Leia mais: Banco Master: FGC trava R$ 41 bilhões e acende alerta regulatório
O BC recorreu do pedido alegando que o regimento interno do TCU exige decisão colegiada para autorizar inspeções. Para o Ministério Público, reverter a liquidação do Banco Master é impossível, mas investigar a conduta do regulador é legítimo.
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