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Alckmin: liderança brasileira no Mercosul impulsionou avanço do acordo comercial com a União Europeia
Publicado 09/01/2026 • 19:02 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 09/01/2026 • 19:02 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse que a postura do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a presidência rotativa do Mercosul contribuiu para o avanço do acordo comercial entre o bloco e a União Europeia (UE).
O Conselho Europeu aprovou a assinatura nesta sexta-feira (9).
Indagado sobre as ações que contribuíram para a aprovação, durante uma entrevista coletiva, Alckmin respondeu: “O empenho do presidente Lula, como presidente do Mercosul, lutando pelo multilateralismo, e a mudança da postura do Brasil em termos de sustentabilidade, o compromisso do Brasil em acabar com o desmatamento.”
Alckmin disse que o acordo comercial vai fortalecer o multilateralismo, a sustentabilidade e os investimentos entre os blocos.
“Em um momento geopolítico difícil, de instabilidade, de conflitos, é fundamental para o mundo”, afirmou. “O acordo mostra que é possível construir o caminho de um comércio com regras, de abertura comercial e de fortalecimento do multilateralismo“, acrescentou.
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Segundo o vice-presidente brasileiro, a expectativa é que o acordo seja assinado nos próximos dias. Os blocos negociam para que a assinatura ocorra no próximo sábado (17), no Paraguai.
Alckmin disse, ainda, esperar que a vigência do termo comece ainda este ano. Ele explicou que o Congresso brasileiro ainda precisa aprovar uma lei validando o acordo. Se isso for feito no primeiro semestre, o País não vai depender dos outros membros do Mercosul, disse o vice-presidente.
Alckmin ainda destacou que o acordo Mercosul-UE será o maior do tipo no mundo e é relevante para o comércio brasileiro. Segundo ele, o bloco europeu foi o primeiro ou segundo destino dos produtos vendidos por 22 Estados do País e por 30% dos exportadores. O acordo também deve promover investimentos e sustentabilidade. “É um ganha-ganha“, disse.
Ele disse que a aprovação da assinatura do acordo não tem relação com a política tarifária dos Estados Unidos, mas ajuda no diálogo com o país norte-americano. “Mostra que o diálogo e a negociação pode trazer avanços, pode superar divergências“, afirmou, durante entrevista coletiva sobre o acordo comercial.
Indagado sobre os impactos efetivos do acordo para o Brasil, o vice-presidente destacou que o País é eficiente na produção e exportação de produtos agrícolas. Ele observou, ainda, que o segundo principal destino de produtos da indústria de transformação nacional foi o bloco europeu.
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