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Conta de luz: por que a energia elétrica foi a maior vilã da inflação em 2025?
Publicado 12/01/2026 • 14:09 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 12/01/2026 • 14:09 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O ano de 2025 acabou com a inflação acumulada de 4,26%, abaixo do teto da meta. Embora o patamar ideal fosse abaixo de 3%, o percentual do ano passado foi o menor desde 2018, quando a alta acumulada foi de 3,75%.
Mesmo assim, uma das categorias com maior percentual de alta foi a Habitação, impulsionada principalmente pelo aumento da conta de luz, que foi uma das principais vilãs da inflação em 2025.
Em geral, sucessivas altas na conta de luz levaram ao acúmulo de 12,31% na energia elétrica residencial, o que correspondeu a 0,48% do Índice de Preços ao Consumidor-Amplo (IPCA). No entanto, em dezembro, a categoria Habitação caiu de 0,52% para -0,33%, graças à queda de 2,41% da conta de luz, conforme o IBGE.
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Anteriormente, em novembro, vigorava a bandeira vermelha de patamar 1, que incluiu R$ 4,46 adicionais na conta. Já no mês seguinte, entrou em vigência a bandeira tarifária amarela. Dessa forma, a conta de luz passou a incluir uma cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
Além disso, concessionárias de eletricidade realizaram reajustes altos: em Porto Alegre (RS), o reajuste em 22 de novembro foi de 21,95%. Já em Rio Branco (AC), foi de 10,48%, iniciado em 13 de dezembro.
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Dessa forma, a região cuja energia elétrica residencial ficou mais cara foi Porto Alegre, com alta anual de 3,90%. Em contrapartida, São Luís (MA), a eletricidade residencial recuou -4,83%.
Ou seja, apesar da inflação ter tido uma alta razoável e dentro dos parâmetros desejados, a conta de luz causou instabilidade no índice ao longo de 2025.
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