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Gen Z abandona “destinos Instagramáveis” redefine o turismo
Publicado 18/01/2026 • 08:20 | Atualizado há 36 minutos
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KEY POINTS
Shutterstock
Fachada do Panteão Nacional, em Asunción, Paraguai.
Destinos badalados, roteiros lotados e viagens “instagramáveis” estão perdendo espaço. Gen Z e millennials estão redefinindo o turismo global, trocando cidades superexpostas por “hidden gems”, viagens mais lentas e planejamento guiado por inteligência artificial, segundo um novo relatório da Kayak sobre o futuro das viagens.
Criadas na era das redes sociais, as gerações mais jovens estão reagindo ao fenômeno do overtourism e buscando experiências mais autênticas, tranquilas e personalizadas. Em vez de seguir influenciadores ou listas prontas, passam a usar IA para sugerir destinos, montar itinerários e encontrar ofertas.
De acordo com o relatório “What the Future (WTF) Report 2026”, 69% da Gen Z e 66% dos millennials afirmam que querem visitar lugares onde nunca estiveram antes. O crescimento de mais de 50% no uso da hashtag #hiddengem indica a mudança de comportamento: menos pontos turísticos óbvios, mais descobertas fora do radar.
Leia também: Esqueça o que você imagina sobre a geração Z, a começar pelo trabalho e educação
Entre os locais que despontam como novas apostas para a Gen Z estão:
Cork (Irlanda), Fez (Marrocos), Sofia (Bulgária), Praia (Cabo Verde), Baku (Azerbaijão), Chongqing (China), Assunção (Paraguai), Barranquilla (Colômbia), Halifax (Canadá) e Norfolk (EUA).
Leia também: Geração Z prefere lojas físicas e impulsiona retomada dos shoppings
Além do “onde”, muda também o como viajar. O conceito de slow travel ganha força, com foco em bem-estar, saúde mental e descanso real. Segundo a Kayak, 66% dos viajantes dizem que relaxamento e “reset mental” são suas maiores prioridades.
Isso se traduz em viagens mais curtas, roteiros flexíveis, menos pressão por “ver tudo” e mais tempo para aproveitar o destino – um movimento que impacta diretamente hotéis, companhias aéreas, plataformas digitais e destinos turísticos.
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Em vez de pedir dicas a amigos ou rolar o feed do Instagram, jovens viajantes estão recorrendo à inteligência artificial para:
Para o mercado, o recado é claro: o turismo entra em uma nova fase, guiada por tecnologia, autenticidade e bem-estar, com impacto direto sobre estratégias de marketing, produtos, precificação e posicionamento de destinos.
Leia também: Antiturismo, bem-estar e IA: 5 tendências que devem moldar as viagens em 2026
1. Overtourism virou risco financeiro
Destinos superlotados perdem atratividade e enfrentam pressão regulatória, aumento de custos e desgaste de marca. Investidores devem reavaliar exposição a hotspots tradicionais.
2. “Hidden gems” viram ativos estratégicos
Cidades secundárias ganham valor como novos hubs turísticos. Oportunidade para hotéis, resorts, companhias aéreas regionais e real estate.
3. Slow travel muda o modelo de receita
Menos volume, mais ticket médio, mais tempo de permanência e maior gasto local. Cresce a demanda por wellness, experiências culturais, gastronomia e natureza.
4. IA vira infraestrutura do turismo
Planejamento, precificação, personalização e distribuição passam a ser guiados por algoritmos. Plataformas que dominarem dados e IA ganham vantagem competitiva estrutural.
Onde estão as oportunidades?

(*com informações de FastCompany)
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