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Davos 2026: o que é, quais líderes estarão presentes e o que esperar de Trump e Europa
Publicado 19/01/2026 • 08:10 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 19/01/2026 • 08:10 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Davos
O Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 começa nesta semana reunindo chefes de Estado, líderes empresariais e dirigentes de organismos internacionais em um momento decisivo para a economia global.
O encontro, promovido pelo World Economic Forum entre 19 e 23 de janeiro, concentra atenções no discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e na estratégia que a Europa deve adotar diante do aumento das tensões comerciais com Washington.
Criado há mais de cinco décadas, Davos é hoje o principal encontro informal entre governos, empresas e organizações internacionais. O fórum não toma decisões vinculantes, mas opera como um espaço de leitura antecipada do ano econômico, onde sinais sobre comércio, investimentos, política industrial, tecnologia e cooperação internacional costumam orientar agendas públicas e privadas.
Em 2026, o evento ocorre sob o tema “A Spirit of Dialogue”, em um momento de normas contestadas, alianças pressionadas e crescente fragmentação da economia global.
Leia também: Trump viaja para Davos de olho em suas questões internas; entenda
A programação de Davos inclui painéis sobre geopolítica, crescimento econômico, comércio internacional, segurança energética, transição climática e inteligência artificial. As discussões devem se concentrar em como reconstruir a cooperação econômica diante do avanço de tarifas, disputas estratégicas e menor previsibilidade regulatória.
Também ganham espaço debates sobre mercado de trabalho, requalificação profissional, produtividade e bem-estar, além do financiamento da transição energética e do uso sustentável de recursos naturais.
Leia também: VEM AÍ, A CASA CNBC DAVOS: maior evento econômico do mundo terá presença especial do Brasil em 2026
A edição de 2026 deve reunir cerca de 3.000 participantes de mais de 130 países, com recorde de presença governamental. São esperados aproximadamente 400 líderes políticos, incluindo quase 65 chefes de Estado e de governo, além de seis líderes do G7.
Entre os nomes confirmados estão Ursula von der Leyen, Javier Milei, Volodymyr Zelenskyy, Keir Starmer e Mark Carney.
O fórum também reúne chefes de organismos multilaterais, como Kristalina Georgieva, Ngozi Okonjo-Iweala e Ajay Banga, além de cerca de 850 CEOs globais e executivos de grandes empresas e startups de tecnologia.
O discurso de Trump é um dos mais aguardados de Davos 2026. Líderes europeus, investidores e mercados buscam sinais sobre os próximos passos da política comercial americana, após ameaças de novas tarifas contra países europeus ligadas à crise envolvendo a Groenlândia.
A expectativa é que Trump reforce o uso de tarifas como instrumento de pressão. O tom adotado em Davos será interpretado como indicativo de abertura para negociação ou de uma postura mais voltada ao confronto ao longo de 2026.
A União Europeia chega a Davos com um pacote de possíveis contramedidas em discussão. Entre elas, estão tarifas retaliatórias e o eventual acionamento do Instrumento Anti-Coerção, que permite restringir acesso de empresas estrangeiras ao mercado europeu, limitar exportações e impor barreiras a investimentos.
O fórum será usado como espaço de articulação política e tentativa de diálogo direto com Washington antes da adoção de medidas mais duras. Internamente, a UE busca demonstrar unidade, apesar das diferenças entre países mais cautelosos, como a Alemanha, e defensores de uma postura mais firme, como a França.
Além das sessões oficiais, Davos é conhecido pelas reuniões bilaterais e multilaterais paralelas, onde alinhamentos estratégicos são costurados fora da agenda pública. Em 2026, essas conversas ganham peso adicional diante do risco de uma escalada comercial entre Estados Unidos e Europa.
Analistas avaliam que o encontro pode ajudar a reduzir tensões no curto prazo, mas dificilmente resolverá disputas estruturais. Ainda assim, os sinais emitidos em Davos tendem a orientar decisões de governos e empresas ao longo do ano.
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