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Ministério da Fazenda defende ampliação da supervisão do Banco Central sobre instrumentos na CVM
Publicado 19/01/2026 • 13:17 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 19/01/2026 • 13:17 | Atualizado há 1 hora
Divulgação
CVM
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou hoje (19) que apresentou uma proposta defendendo que atividades e instrumentos atualmente sob a alçada da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) passem a ser regulados pelo Banco Central. Segundo o ministro, a medida visa fortalecer a regulação financeira e garantir maior estabilidade do sistema e das contas públicas.
Haddad explicou, em entrevista ao UOL, que a proposta não é recente e vem sendo debatida internamente no governo há algum tempo. Ele ressaltou que o tema está sendo discutido com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, no contexto de reforço da supervisão e modernização do sistema financeiro.
Segundo o ministro, a iniciativa tem como objetivo ampliar a capacidade de monitoramento do Banco Central, evitar distorções, reduzir riscos e melhorar a transparência do setor.
Leia também: Banco Master: PF quebra sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas e entidades
Haddad destacou que a reorganização regulatória é estratégica para a gestão das contas públicas e para a estabilidade financeira. “O Banco Central deve regular e monitorar mais ativos, ampliando sua capacidade de supervisão para evitar distorções, reduzir riscos e melhorar a transparência do sistema financeiro”, afirmou o ministro.
Ele explicou que a discussão inclui instrumentos financeiros que, hoje, estão sob responsabilidade da CVM, mas que, segundo o governo, fariam sentido serem supervisionados pelo BC, integrando de forma mais eficiente o sistema financeiro brasileiro.
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