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EUA veem PCC e Comando Vermelho como ‘ameaças à segurança regional’
Publicado 10/03/2026 • 20:26 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 10/03/2026 • 20:26 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Unsplash.
O governo dos Estados Unidos considera as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) “ameaças significativas à segurança regional”, citando o envolvimento dos grupos com narcotráfico, violência e crime transnacional. A avaliação foi feita nesta terça-feira (10) pelo Departamento de Estado em resposta ao Times Brasil, licenciado exclusivo da CNBC.
A declaração ocorre em meio à possibilidade de o governo do presidente Donald Trump classificar as duas organizações como grupos terroristas.
Em nota, o órgão responsável pela diplomacia americana afirmou que Washington está “totalmente comprometido em adotar as medidas cabíveis contra grupos estrangeiros envolvidos em atividades terroristas”.
O tema foi discutido no domingo (8) em conversa telefônica entre o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio. A eventual classificação das facções também deve entrar na pauta de um encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Trump, previsto para ocorrer em Washington ainda no primeiro semestre. A data da reunião ainda não foi definida.
No governo brasileiro, a possibilidade é vista com preocupação. Diplomatas avaliam que enquadrar organizações criminosas como terroristas pode ampliar o alcance jurídico de ações dos Estados Unidos fora de seu território. Nos bastidores, integrantes do governo afirmam que esse tipo de classificação já foi usado por Washington para justificar operações militares contra grupos ligados ao narcotráfico em outros países.
Em janeiro deste ano, por exemplo, os Estados Unidos realizaram uma ofensiva militar que culminou na captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro em Caracas. A operação mobilizou forças aéreas e navais e foi apresentada por Washington como parte da estratégia de combate a cartéis de drogas.
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