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Desemprego cai para 5,1% em dezembro, o menor da história

Publicado 30/01/2026 • 09:10 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • Desemprego cai a 5,1% e atinge menor nível da série histórica
  • Subutilização recua a 13,4% com redução da população subutilizada
  • Ocupação e rendimento médio atingem recordes no mercado de trabalho
carteira de trabalho

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O desemprego no Brasil ficou em 5,1% no trimestre encerrado em dezembro de 2025, o menor nível da série histórica iniciada em 2012. O indicador recuou 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre móvel anterior e caiu 1,1 ponto na comparação com o mesmo período de 2024.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (30).

A população desempregada somou 5,5 milhões de pessoas no período, o menor contingente já registrado pela pesquisa. O número caiu 9,0% ante o trimestre anterior e 17,7% na comparação anual, o que representa menos 1,2 milhão de pessoas em busca de trabalho em um ano.

Desemprego cai para 5,1% em dezembro, menor número da história – Fonte: IBGE

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Subutilização também recua e atinge 13,4%

A taxa composta de subutilização da força de trabalho ficou em 13,4%, também o menor patamar da série histórica. O indicador recuou 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e 1,8 ponto frente ao mesmo período de 2024.

A população subutilizada foi estimada em 15,3 milhões de pessoas, número semelhante ao menor já registrado, observado no fim de 2014. No ano, houve redução de 12,3%, equivalente a menos 2,1 milhões de pessoas.

Ocupação bate recorde e chega a 103 milhões de pessoas

A população ocupada alcançou 103,0 milhões de pessoas, novo recorde da série histórica. O total cresceu 0,6% no trimestre e 1,1% em relação ao ano anterior.

O nível da ocupação, que mede a proporção de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, chegou a 58,9%, também o maior da série, com avanço trimestral de 0,2 ponto percentual.

Emprego formal e setor público atingem máximos históricos

O número de empregados com carteira assinada no setor privado chegou a 39,4 milhões, recorde da série histórica. O contingente cresceu 2,4% em um ano, com acréscimo de 939 mil pessoas.

O emprego no setor público também atingiu nível recorde, com 13 milhões de trabalhadores, alta de 3,9% em relação a 2024.

Já o número de empregados sem carteira no setor privado ficou estável no trimestre e recuou 2,6% no ano.

população desalentada (2,6 milhões) ficou estável no trimestre e caiu 11,5% (menos 343 mil pessoas) no ano. O percentual de desalentados ficou em 2,4%.

Informalidade recua no ano

A taxa de informalidade foi de 37,6% da população ocupada, o equivalente a 38,7 milhões de trabalhadores informais. O percentual ficou abaixo do registrado no mesmo trimestre de 2024, quando era de 38,6%.

Rendimento médio e massa salarial são recordes

O rendimento médio mensal real habitual alcançou R$ 3.613, novo recorde da série. O valor subiu 2,4% no trimestre e 5,0% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A massa de rendimento real habitual somou R$ 367,6 bilhões, também em nível recorde, com alta de 3,1% no trimestre e de 6,4% no ano.

Comércio e setor público lideram avanço na ocupação

Na comparação trimestral, houve aumento da ocupação nos grupamentos de Comércio e reparação de veículos e Administração pública, educação, saúde e serviços sociais.

Na comparação anual, os destaques ficaram com Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias e profissionais e Administração pública.

Desemprego série histórica. fonte: Pnad Contínua - IBGE
Desemprego série histórica. fonte: Pnad Contínua – IBGE

Média anual do desemprego fecha 2025 no menor nível

No consolidado de 2025, a taxa média anual de desemprego foi de 5,6%, o menor nível da série histórica iniciada em 2012. O indicador recuou 1,0 ponto percentual em relação a 2024 e ficou 6,2 pontos abaixo do registrado em 2019, último ano antes da pandemia.

Em comparação com 2012, quando a taxa era de 7,4%, o recuo foi de 1,8 ponto percentual, indicando uma melhora estrutural do mercado de trabalho ao longo do período.

Média anual de desemprego desde 2012 - Fonte: Pnad Contínua - IBGE
Média anual de desemprego desde 2012 – Fonte: Pnad Contínua – IBGE

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