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Terra dos fogos de artifício tem vendas fracas às vesperas do Ano Novo Chinês
Publicado 13/02/2026 • 12:10 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 13/02/2026 • 12:10 | Atualizado há 3 horas
Wikimedia Commons
Festa de Ano Novo Chinês
O polo pirotécnico chinês de Liuyang, remonta a mais de mil anos, e produz cerca de 60% dos fogos vendidos na China e 70% dos exportados. Fábricas e comerciantes afirmam que a tradição milenar enfrenta dificuldades diante do consumo enfraquecido. Nem mesmo a aproximação do Ano Novo Lunar, no dia 17 de fevereiro, tem impulsionado as vendas.
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“A indústria de fogos de artifício foi transmitida de geração em geração”, disse Li Shijie, gerente da quinta geração da Zhongzhou Fireworks, na cidade do sul do país. “É um patrimônio cultural que valorizo muito”, termina.
Os fogos fazem parte da cultura chinesa. Segundo a crença, eles são fundamentais para espantar maus espíritos, atrair boa sorte e celebrar renovações. “Marcam todos os grandes momentos da vida, incluindo aniversários, casamentos e funerais”, afirmou Zhu Ting, gerente de qualidade em um depósito da Zhongzhou.
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As explosões barulhentas que costumam marcar cidades chinesas nas semanas que antecedem o Ano Novo Lunar foram reduzidas após províncias imporem proibições rigorosas na década de 2010, por preocupações com segurança e poluição. Buscando revitalizar o consumo fraco, a China desestimulou proibições “generalizadas” em 2024, contribuindo para um renascimento do antigo comércio de fogos.
Ondas de frio na região de Liuyang também podem interromper as linhas de produção, e acidentes fatais continuam sendo um risco. No ano passado, uma explosão em uma fábrica de fogos na província de Hunan matou nove pessoas; em 2023, três morreram após explosões atingirem prédios residenciais na cidade de Tianjin, no norte do país. O negócio de fogos “é de fato uma indústria antiga”, disse Li, gerente da quinta geração.
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