Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Produção brasileira de noz-pecã se recupera e pode atingir até sete mil toneladas neste ano
Publicado 17/02/2026 • 11:15 | Atualizado há 3 horas
Thomas Pritzker deixa a presidência do conselho da Hyatt após laços com Jeffrey Epstein
Adani, da Índia, vai investir US$ 100 bilhões em data centers de IA na próxima década
Apple desafia YouTube e Spotify com nova aposta em podcasts em vídeo
Veja quanto os atletas ganham por medalha nas Olimpíadas de Inverno de 2026
Criptomoedas desempenham um papel crescente em redes de tráfico humano, aponta relatório
Publicado 17/02/2026 • 11:15 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Divulgação
A produção brasileira de noz-pecã deve ficar entre 6,5 mil e 7 mil toneladas na safra de 2026, sinalizando uma retomada depois de anos mais fracos. A projeção é do Instituto Brasileiro de Pecanicultura, que atribui o avanço principalmente à grande carga de frutos nos pomares e à entrada de novas áreas em produção.
Segundo o presidente da entidade, Claiton Wallauer, o volume pode se aproximar do nível registrado em 2023 – e até superá-lo. A estimativa também leva em conta a base mais baixa de comparação de 2025, quando a colheita foi afetada pelos impactos das enchentes do ano anterior.
Leia também: Trump corta tarifas, mas preços dos alimentos devem continuar altos
Mesmo com maior oferta, a avaliação do instituto é que os preços não devem sofrer quedas bruscas. A entidade aponta que a demanda externa e a abertura de novos mercados podem sustentar valores próximos aos do ciclo passado, especialmente para lotes de melhor qualidade.
No cenário internacional, o preço de referência, baseado na noz norte-americana, permanece em nível considerado atrativo, enquanto Estados Unidos e México não formaram estoques relevantes, o que mantém o mercado aquecido.
O coordenador técnico Jaceguáy Barros afirma que o desempenho positivo ocorre apesar de condições climáticas atípicas. Desde a primavera, chuvas acima da média elevaram a umidade nos pomares. Em dezembro, o acumulado médio chegou a 240 milímetros; em janeiro, a 236 milímetros.
O ambiente úmido e quente aumentou a incidência de doenças, com registros pontuais de antracnose e queda de frutos.
A previsão climática indica novos volumes elevados de chuva nos próximos dias e tendência de precipitações acima da média em março e abril, ainda que irregulares. Nesse cenário, o manejo hídrico e fitossanitário torna-se decisivo.
Barros destaca que períodos com 25 a 30 milímetros de chuva permitem suspender a irrigação por curto prazo, mas a retomada rápida é necessária para garantir o enchimento adequado dos frutos.
Outro fator de risco é a disponibilidade de mão de obra na colheita, etapa crítica para a qualidade final. A operação precisa ser rápida para evitar perdas no solo e exige equipamentos compatíveis com pomares mais desenvolvidos. Ainda assim, o instituto sustenta que a alta carga de frutos observada em grande parte das áreas reforça a expectativa de expansão da oferta nacional em 2026.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Carnaval 2026 recebe R$ 85 milhões em verba federal e vira foco de disputa política
2
Baly registra recorde de vendas com energético ‘sabor Tadala’ no Carnaval; Conselho de Farmácia critica produto
3
Veja quanto os atletas ganham por medalha nas Olimpíadas de Inverno de 2026
4
Polícia Federal faz buscas sobre vazamento de dados de autoridades do STF e amplia tensão institucional
5
Peru se destaca como novo parceiro comercial do Brasil