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Estudantes endividados: 66% dos universitários já cortaram gastos básicos para pagar a faculdade
Publicado 18/02/2026 • 11:00 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 18/02/2026 • 11:00 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Foto: Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Estudantes endividados: 66% dos universitários já cortaram gastos básicos para pagar a faculdade
Além das contas padrões de início de ano, uma delas é considerada essencial para garantir um futuro com maiores oportunidades. As matrículas e rematrículas nas faculdades geram corte de gastos básicos entre universitários para garantir a manutenção dos estudos.
Uma pesquisa da Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box revela que 66% dos estudantes com débitos em aberto com instituições de ensino já deixaram de comprar itens básicos, como água e alimentação, para economizar e quitar as mensalidades.
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Segundo as informações levantadas pela Serasa, a situação tem consequências que vão além das finanças. Cerca de 48% dos estudantes disseram ter trancado o curso por não conseguir arcar com os custos, e 26% relataram dificuldade de concentração nas aulas devido às dívidas acumuladas.
Entretanto, mesmo com os desafios financeiros em manter estudos de alto custo, 89% dos estudantes consideram essencial a manutenção da matrícula e quitação das parcelas.
O endividamento e atraso nas parcelas podem acarretar perdas de matrícula e até cursos em andamento trancados por falta de verba. Entenda as principais causas dos endividamentos dos estudantes que participaram da pesquisa:
O levantamento da Serasa mostra que, em 61% dos casos, as dívidas com instituições de ensino estão em aberto há mais de um ano, e 18% ultrapassam cinco anos. Em 71% das pendências, os valores em aberto não passam de R$ 5 mil, um montante menor, mas suficiente para comprometer o orçamento dos estudantes.
Entretanto, além dos empecilhos financeiros que podem impedir a continuidade dos estudos, 91% dos alunos afirmam que a pressão do endividamento reflete diretamente no psicológico diário dentro e fora das universidades. A porcentagem representa praticamente uma unanimidade entre os alunos entrevistados.
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Apesar de as dívidas afetarem diretamente a vida social e estudantil, muitos universitários ainda mantêm expectativas de retomar e finalizar o curso. A pesquisa indica que 57% pretendem voltar a estudar ainda neste ano, desde que consigam regularizar suas pendências financeiras.
Mesmo com as renegociações e parcelamento, os juros impostos pelas instituições de ensino, pesam na decisão de manter o andamento da formação por parte do universitário. Entretanto, mesmo com os débitos em aberto, a porcentagem indica uma maioria que pretende retornar aos estudos.
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