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Quem é Andrew Mountbatten-Windsor, ex-príncipe ligado ao caso Epstein que pode sair da linha de sucessão ao trono
Publicado 18/02/2026 • 15:10 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 18/02/2026 • 15:10 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Foto: Reuters
Quem é Andrew Mountbatten-Windsor, ex-Príncipe ligado ao caso epstein que pode sair da linha da família real
Nos últimos meses o escândalo envolvendo Jeffrey Epstein tem ganhado novos capítulos conforme as informações são disponibilizadas por agentes dos EUA ao público. Apesar de ser o centro da polêmica, os episódios envolvendo o financista americano também inclui a participação de famosos, políticos e até integrantes da família real, como, por exemplo, o ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor.
Os mais de três milhões de documentos liberados por autoridades dos Estados Unidos, cita diretamente o terceiro filho da rainha Elizabeth segundo, Andrew Mountbatten. Segundo informações do portal Britannica, o integrante da família real do Reino Unido, esteve ligado diretamente a movimentações de Epstein.
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Nascido em 19 de fevereiro de 1960, Andrew Mountbatten-Windsor é o terceiro filho da falecida rainha Elizabeth II e irmão mais novo do atual rei Charles III. Por décadas ele foi conhecido como príncipe Andrew, Duque de Iorque, um dos membros com maior influência da família real britânica.
Após concluir o ensino médio, ingressou no Britannia Royal Naval College em 1979, com o objetivo de seguir carreira como oficial da Marinha, a exemplo do pai, príncipe Philip. Andrew finalizou a formação no ano seguinte e, na sequência, iniciou treinamento como piloto, recebeu suas “asas de piloto” em 1981.
Após deixar o serviço militar, Mountbatten passou a desempenhar funções mais políticas dentro da família real britânica, ampliando sua atuação em compromissos públicos. Ele passou a apoiar instituições de caridade e a representar a monarquia em cerimônias oficiais, visitas e eventos no Reino Unido e no exterior.
Após a nomeação de Duque de York, título tradicional da família britânica, e atuações como principal figura do Reino Unido em negociações no exterior, o legado de Andrew passou a ser questionado depois da exposição de sua amizade com Jeffrey Epstein.
Em março de 2001, o então príncipe Andrew, foi fotografado abraçando a jovem Virginia Giuffre, de 17 anos. Mais tarde, a jovem seria a responsável por denunciar Epstein por diversos abusos sexuais e tráfico de mulheres, além de expor a participação de Andrew.
Além do caso envolvendo Virginia, autoridades britânicas analisaram que Andrew esteve presente em voos do Lolita Express, avião particular de Epstein que levava o nome em homenagem ao filme de Vladimir Nabokov, que ressaltava uma relação de um homem com uma menina de 12 anos. Ainda nas investigações, Andrew estaria ligada a pessoas transportadas pela aeronave.
Mesmo com a exposição e denúncias graves envolvendo práticas sexuais forçadas, Andrew negou todas as acusações e ainda disse não se arrepender da amizade com o financista americano, que segundo ele, acabou em 2010.
Leia também: França reabre frente de investigação após novos documentos sobre Epstein
Após as acusações envolvendo o membro da família real britânica e Jeffrey Epstein, Andrew Mountbatten perdeu acesso e títulos da coroa britânica. Em outubro de 2025, poucos dias antes do lançamento do livro de memórias de Giuffre, que tirou a própria vida no mesmo ano, Mountbatten anunciou a renúncia aos seus títulos reais, entre eles o de duque de York.
Como consequência aos atos de Andrew e resposta para minimizar as pressões na família real, o Palácio de Buckingham informou que Charles III, retirou oficialmente do irmão o título de “príncipe” e deu início aos trâmites para a revogação de outras honrarias e títulos associados a ele.
Entre as distinções retiradas ou em processo de cancelamento estão os títulos de:
A ação era esperada pela maioria após os documentos expostos aumentarem os riscos de alterar a imagem da família real britânica. Ainda assim, Andrew foi obrigado a desocupar o Royal Lodge, sua residência oficial que ficava nos arredores do Castelo de Windsor.
Apesar de ter perdido títulos oficiais e privilégios da família real, Andrew ainda aparece na linha de sucessão ao trono britânico, atualmente na oitava posição, o que pode ser considerada distante.
De acordo com informações do The Sun, alguns membros do Parlamento do Reino Unido têm argumentado que, dada a gravidade das alegações e da atenção pública decorrente do caso Epstein, seria apropriado remover permanentemente Mountbatten-Windsor da lista de sucessores.
Até agora, não foi divulgada nenhuma comunicação oficial indicando alteração na posição do príncipe na linha de sucessão.
Mesmo com a morte do financista americano em 2019, que retirou a própria vida ao retornar para a cadeia, os casos envolvendo o escândalo de abusos sexuais e tráfico de pessoas, parece estar longe de um encerramento. Os documentos disponibilizados ao público aumentam a curiosidade e até investigações do público para entender quem esteve presente nas movimentações do americano
Após a renúncia e retirada do nome de Andrew de diversos privilégios britânicos, o nome do ex-príncipe segue como um dos mais comentados entre as investigações. É aguardado que Andrew sofra novos cortes e retiradas com o aumento da pressão do caso Jeffrey Epstein.
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