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Governo brasileiro suspende importação de cacau da Costa do Marfim por risco fitossanitário
Publicado 25/02/2026 • 07:35 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 25/02/2026 • 07:35 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Cacau
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Governo Federal suspendeu a importação de cacau da Costa do Marfim, maior produtora mundial da amêndoa, por risco fitossanitário. A medida entra em vigor imediatamente e atinge amêndoas fermentadas e secas destinadas ao Brasil.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (24), por meio do Despacho Decisório nº 456, de 23 de fevereiro de 2026.
Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a suspensão do cacau ocorre diante da possibilidade de mistura de amêndoas produzidas em países vizinhos à Costa do Marfim nas cargas exportadas ao Brasil.
Esses países não têm autorização para vender cacau ao mercado brasileiro, o que amplia o risco de entrada de pragas e doenças que podem comprometer a produção agrícola nacional.
O despacho afirma que o elevado fluxo de grãos de nações vizinhas para o território marfinense pode permitir a mistura das amêndoas nas cargas destinadas ao Brasil.
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O Mapa determinou que as secretarias de Comércio e Relações Internacionais e de Defesa Agropecuária apurem possíveis casos de triangulação de cacau.
A investigação envolve amêndoas fermentadas e secas que possam ter origem em países com status fitossanitário desconhecido ou não autorizado para exportação ao Brasil.
A suspensão do cacau será mantida até que a Costa do Marfim apresente manifestação formal e garantias de que os envios não contêm produto de países vizinhos.
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O ministro da Casa Civil, Rui Costa, elogiou a decisão do Ministério da Agricultura durante agenda no interior da Bahia.
Segundo ele, a suspensão do cacau atende a reclamações de produtores brasileiros e busca proteger a produção nacional.
Rui Costa afirmou que, com a chegada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à região, outras medidas legais serão discutidas para reorganizar o setor, incluindo temas relacionados ao volume de exportação e à atuação de processadores no mercado.
A medida permanecerá válida até que o governo brasileiro considere sanadas as dúvidas sobre o risco fitossanitário envolvendo o cacau importado da Costa do Marfim.
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