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Índia alerta para ‘risco sério’ à economia com guerra no Oriente Médio
Publicado 03/03/2026 • 13:47 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 03/03/2026 • 13:47 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Índia, Randhir Jaiswal
A Índia alertou nesta terça-feira (3) que a guerra no Oriente Médio representa um risco à segurança de seus 10 milhões de cidadãos que vivem na região e pode provocar fortes impactos na economia do país.
Maior país do mundo em população e a economia de grande porte que mais cresce, a Índia depende fortemente da importação de petróleo, o que aumenta sua vulnerabilidade diante de choques externos no setor de energia.
O Ministério das Relações Exteriores da Índia, com sede em Nova Délhi, informou que acompanha os desdobramentos com “grande ansiedade” e classificou a segurança dos 10 milhões de indianos na região como “prioridade máxima”.
“Não podemos ser indiferentes a qualquer desenvolvimento que os afete negativamente”, afirmou o porta-voz do ministério, Randhir Jaiswal, em comunicado oficial.
“Nossas cadeias de comércio e de fornecimento de energia também passam por essa geografia. Qualquer grande interrupção tem consequências sérias para a economia indiana”, acrescentou.
Leia também: Economia da Índia cresce em ritmo acima do esperado, com alta de 7,8%
Os preços globais do petróleo dispararam mais de 8%, enquanto os valores do gás natural na Europa avançaram pelo segundo dia consecutivo, à medida que a guerra afetou as exportações do Oriente Médio.
“Para a Índia, os riscos são significativos”, avaliou Prashant Vasisht, da agência de classificação indiana ICRA, em nota a investidores. Segundo ele, cerca de 50% das importações de petróleo bruto da Índia e 54% das importações de gás natural liquefeito (GNL) passaram pelo Estreito de Ormuz em 2025.
“Embora as refinarias indianas possam buscar petróleo em locais alternativos como Estados Unidos, África e América do Sul, preços mais elevados de energia podem resultar em uma conta de importação mais alta”, afirmou Vasisht.
O ministro do Petróleo da Índia, Hardeep Singh Puri, tentou minimizar as preocupações. “A Índia tem reservas de energia suficientes para lidar com a situação atual”, declarou em nota. Mais cedo, companhias aéreas indianas informaram que retomariam serviços comerciais limitados para a região afetada, com o objetivo de repatriar milhares de passageiros retidos.
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