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Balança comercial do Brasil registra superávit de US$ 4,2 bilhões
Publicado 05/03/2026 • 16:16 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 05/03/2026 • 16:16 | Atualizado há 3 horas
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Pixabay
O Vice-Presidente e Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, celebrou os resultados históricos da balança comercial brasileira referentes a fevereiro de 2026. Com um crescimento robusto nas vendas externas, o governo reforça o objetivo estratégico de ampliar a presença do Brasil no mercado global.
O mês de fevereiro de 2026 foi marcado por um salto significativo nas exportações, que atingiram US$ 26,3 bilhões, representando um aumento de 15,6% em comparação ao mesmo período de 2025. Enquanto as vendas para o exterior cresceram, as importações registraram queda de 4,8%, totalizando US$ 22,1 bilhões. Esse cenário resultou em um saldo comercial positivo de US$ 4,208 bilhões e uma corrente de comércio de US$ 48,404 bilhões, representando um avanço de 5,3% sobre fevereiro do ano anterior.
O crescimento das exportações foi impulsionado por todos os grandes setores da economia, com destaque para a Indústria Extrativa, que apresentou aumento de 55,5% nas vendas externas, somando US$ 2,37 bilhões a mais que fevereiro de 2025, enquanto suas importações caíram 12,1%. O setor agropecuário teve crescimento de 6,1% nas exportações, embora suas importações tenham recuado 20%, e a Indústria de Transformação registrou alta de 6,3% nas exportações, com redução de 4% nas importações.
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No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o Brasil manteve a trajetória de crescimento nas vendas externas, com exportações totais de US$ 51 bilhões, um aumento de 5,8%, enquanto as importações caíram 7,3%, somando US$ 42,9 bilhões. Isso resultou em um saldo comercial acumulado de US$ 8 bilhões e uma corrente de comércio de US$ 93,82 bilhões, representando uma leve queda de 0,6% em relação ao mesmo período de 2025.
A Indústria Extrativa continua sendo o principal motor do crescimento brasileiro no início de 2026, registrando alta de 16% no acumulado do bimestre. Por outro lado, a redução nas importações foi generalizada, com o setor agropecuário comprando quase 25% menos do exterior e a Indústria de Transformação reduzindo suas importações em US$ 2,61 bilhões.
Segundo o Ministério, o foco do governo segue na diversificação da pauta exportadora e na consolidação dos ganhos de produtividade da indústria nacional, refletidos no saldo positivo de US$ 8 bilhões no primeiro bimestre do ano.
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