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Preço mundial dos alimentos aumentou em fevereiro pela primeira vez em cinco meses
Publicado 06/03/2026 • 14:50 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 06/03/2026 • 14:50 | Atualizado há 2 meses
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PxHere
Os preços globais dos alimentos voltaram a subir em fevereiro, interrompendo cinco meses consecutivos de queda, segundo dados divulgados pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). O movimento foi impulsionado principalmente pela valorização do trigo, dos óleos vegetais e das carnes, em meio a mudanças na oferta e na demanda no mercado internacional.
De acordo com a FAO, o índice de preços dos alimentos, que acompanha a variação internacional de uma cesta de produtos alimentícios, registrou alta de 0,9% em relação a janeiro. Apesar da recuperação no mês, o indicador ainda está cerca de 1% abaixo do nível observado no mesmo período do ano passado.
O índice de cereais aumentou 1,1% em termos anuais, reflexo de episódios de geadas na Europa e nos Estados Unidos, além de problemas logísticos na Rússia e na região do Mar Negro, fatores que impactaram o fluxo de oferta no mercado global.
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Mesmo assim, a FAO avalia que os preços do trigo seguem relativamente baixos, o que pode levar à redução das áreas de plantio para 2026 na União Europeia, Estados Unidos e Rússia, em comparação com previsões anteriores. Ainda assim, as estimativas indicam que a produção mundial de trigo neste ano deverá permanecer acima da média dos últimos cinco anos, com boas perspectivas de colheita na Índia e na China.
No segmento de óleos vegetais, o índice mensal de preços avançou 3,3% em fevereiro, atingindo o nível mais alto desde junho de 2022. O movimento foi impulsionado pelo óleo de palma, beneficiado por forte demanda de importação e menor produção sazonal, e pelo óleo de soja, que reagiu à perspectiva de políticas dos Estados Unidos favoráveis ao setor de biocombustíveis.
Já o óleo de girassol registrou leve queda de preços, resultado de maior oferta de exportação proveniente da Argentina, segundo o relatório da FAO.
Entre as proteínas, os preços da carne permaneceram sustentados, principalmente pela carne bovina, mas também pela carne ovina, que atingiu nível recorde no mercado internacional.
Por outro lado, alguns segmentos continuaram em retração. O índice de produtos lácteos recuou 1,2%, pressionado pela queda no preço do queijo, enquanto o índice do açúcar caiu 4,1% no mês, acumulando recuo de 27,3% em relação ao ano anterior, diante de expectativas de elevada produção global.
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