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Bolsas de NY fecham em baixa com aversão a riscos por guerra e terminam semana em queda

Publicado 13/03/2026 • 18:00 | Atualizado há 14 minutos

KEY POINTS

  • O mercado encerrou a semana focado na reunião do Fed da próxima quarta-feira, consolidando a aposta de manutenção dos juros enquanto o petróleo (R$ 536,33) continua alimentando riscos inflacionários.
  • A revisão negativa do PIB dos EUA (0,7% vs 1,4%) e o núcleo do PCE acima do esperado justificam o pessimismo do Barclays, que agora só vê o primeiro corte de juros em setembro.
  • No setor corporativo, a saída inesperada do CEO da Adobe e o tombo da Ulta Beauty mostram que balanços sólidos não são suficientes para segurar os preços em um ambiente de incerteza geopolítica e transição de liderança.
Uma foto do Charging Bull, o touro de Wall Street é o maior símbolo de poder da Bolsa de Valores de Nova York

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Uma foto do Charging Bull, o touro de Wall Street é o maior símbolo de poder da Bolsa de Valores de Nova York

As bolsas de Nova York fecharam em baixa nesta sexta-feira (13), encerrando uma semana com queda para os principais índices, marcada pela aversão a riscos. A continuidade da guerra no Oriente Médio amplia perspectivas de um petróleo em disparada por mais tempo, o que reflete temores pela atividade global.

A inflação mais alta também gera expectativas por uma política mais restritiva pelo Federal Reserve (Fed), com as projeções para novos cortes de juros sendo postergadas. Na próxima semana, o banco central tem reunião de política marcada, na qual é amplamente esperada uma decisão pela manutenção das taxas.

O Dow Jones fechou em baixa de 0,25%, aos 46.559,83 pontos. O S&P 500 terminou com queda de 0,61%, aos 6.632,21 pontos, e o Nasdaq encerrou com recuo de 0,93%, aos 22.105,36 pontos. Na semana, o Dow caiu quase 2%, o S&P perdeu 1,6% e o Nasdaq recuou 1,26%.

“O S&P 500 está menos de 5% abaixo do seu pico de janeiro – o que significa que, apesar da combinação de notícias negativas – o conflito com o Irã, a alta dos preços da energia, a diminuição das expectativas de cortes de juros pelo Fed, a ansiedade em relação à inteligência artificial (IA) e a pressão sobre o crédito privado – a correção permanece relativamente pequena”, aponta o Swissquote.

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Por sua vez, o banco aponta que é improvável que a perspectiva pessimista se reverta até que as tensões no Oriente Médio diminuam significativamente.

O Barclays ajustou nesta sexta sua previsão para novos cortes de juros pelo Fed, postergando os cortes projetados de junho para setembro e de dezembro de 2026 para março de 2027. Assim, o banco espera que o BC americano realize apenas um corte de 25 pontos-base (pb) este ano e outro no próximo.

A mudança reflete principalmente uma revisão para cima da perspectiva para o índice de preços de gastos com consumo (PCE).

Entre destaques negativos, a Adobe tombou 8% após o CEO da empresa de software, Shantanu Narayen, renunciar apesar de balanço trimestral melhor do que o esperado, enquanto a varejista do setor de beleza Ulta Beauty amargou queda de 14,2%, também em reação a resultados corporativos.

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