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Petróleo

Brasil reagiu rápida ação para não deixar o diesel disparar’, diz Haddad

Publicado 20/03/2026 • 10:32 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • O ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (20), em conversa a jornalistas, que o Brasil agiu de forma rápida diante da alta do petróleo e classificou o cenário internacional, marcado pelo conflito no Orinte Médio, como “muito dramático”, com efeitos sobre insumos essenciais e cadeias produtivas.
  • Segundo ele, a decisão de zerar PIS/Cofins ajudou a conter impactos internos, em um contexto de pressão global que atinge itens como fertilizantes e outros produtos estratégicos.
Fernando Haddad, ministro da Fazenda

Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda

Fernando Haddad, ministro da Fazenda

O ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (20), em conversa a jornalistas, que o Brasil agiu de forma rápida diante da alta do petróleo e classificou o cenário internacional, marcado pelo conflito no Orinte Médio, como “muito dramático”, com efeitos sobre insumos essenciais e cadeias produtivas.

Segundo ele, a decisão de zerar PIS/Cofins ajudou a conter impactos internos, em um contexto de pressão global que atinge itens como fertilizantes e outros produtos estratégicos. Haddad atribuiu parte desse ambiente a fatores externos e ainda citou efeitos negativos de medidas anteriores, como o “tarifaço”, além dos conflitos envolvendo os Estados Unidos, Israel e Irã.

Haddad destacou ainda que o aumento do diesel promovido pela Petrobras foi compensado por medidas tributárias e subvenções. Também afirmou que o governo afastou a possibilidade de repetir políticas adotadas em 2022 na gestão de Jair Bolsonaro, mencionando a ausência de compensações a estados naquele período.

Ele acrescentou que a alta do petróleo tende a elevar a arrecadação de royalties e citou ganhos com ações contra devedores contumazes, classificando os acordos como positivos. Segundo ele, esses recursos ajudam o país a atravessar o momento atual, enquanto se aguarda uma redução das tensões internacionais.

Na avaliação de Haddad, a guerra tem gerado “mal-estar global”, reduzindo o impulso da economia mundial e afetando diretamente as cadeias produtivas.

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