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Cripto Brasil: tokenização de ativos pode revolucionar mercados globais
Publicado 28/03/2026 • 15:30 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 28/03/2026 • 15:30 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
A tendência de migração de ativos reais para a rede blockchain deve elevar o valor de mercado das criptomoedas para a casa dos US$ 100 trilhões (R$ 525 trilhões) nos próximos dez anos, disse Bam Azizi, CEO da Mesh, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
O executivo comparou a evolução da tecnologia com a migração para o armazenamento em nuvem, ressaltando a eficiência de custo: “O futuro da economia será tokenizado e tudo migrará para a blockchain, incluindo bens, imóveis, depósitos e ações, porque é eficiente em termos de custo e tempo. Minha previsão é que o valor de mercado chegue a US$ 100 trilhões (R$ 525 trilhões) no curto prazo não pelo preço do Bitcoin subir, mas por trazermos todos os ativos reais para a cadeia, simplificando a navegação nesse mundo fragmentado para o usuário final”, explicou.
Para Azizi, o Bitcoin consolidou seu papel como reserva de valor, assemelhando-se ao ouro digital devido à dificuldade de alteração em seu código original. “A principal característica do Bitcoin é que é muito difícil alterá-lo ou construir coisas em cima dele; isso é uma maldição, mas também uma bênção, pois ele se torna um ativo anti-inflacionário para reservar capital. É diferente de redes como Ethereum e Solana, que permitem contratos e movimentações mais rápidas, contexto onde surgiram as stablecoins para viabilizar a tecnologia atual”, pontuou.
A visão otimista é compartilhada por Rodrigo Batista, CEO da Digitra e do token DGTA, que considera a projeção de crescimento até conservadora diante do potencial de digitalização da economia global. “Acredito que estaremos na casa das centenas de trilhões porque o que justifica isso não é só o preço do Bitcoin, mas as stablecoins e os ativos tokenizados, que oferecem um jeito mais barato e rápido de movimentar valores no mundo inteiro. Dado o tamanho dos mercados de ativos globais, a cifra de US$ 100 trilhões (R$ 525 trilhões) pode ser até bem maior em um horizonte de dez anos”, analisou.
Batista reforçou que a facilidade operacional será o grande divisor de águas para a adoção em massa da tecnologia nos próximos anos. “A maior parte dos ativos deve estar migrada para a tokenização nesse prazo entre cinco e dez anos, pois o mercado busca eficiência. No fim das contas, as pessoas querem o benefício da blockchain se for mais rápido e barato, sem precisar navegar em um labirinto de escolhas técnicas, apenas passando o cartão ou o celular para pagar pelas coisas e obter o benefício da rede”, conclui.
O programa Cripto Brasil vai ao ar toda quarta-feira, às 14h30 (horário de Brasília), no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC.
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