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Conflito no Oriente Médio

Emirados e Bahrein ajustam proposta na ONU para destravar Ormuz após resistência a uso da força

Publicado 01/04/2026 • 20:05 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Emirados pedem ação do Conselho de Segurança para garantir navegação no Estreito de Ormuz.
  • Texto do Bahrein suaviza previsão de ação militar após oposição de China e Rússia.
  • Votação deve ocorrer mesmo com resistência de membros permanentes com poder de veto.
Os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein passaram a recalibrar suas propostas no Conselho de Segurança da ONU para tentar viabilizar medidas que restabeleçam a navegação no Estreito de Ormuz, após resistência à autorização explícita do uso da força.

Os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein passaram a recalibrar suas propostas no Conselho de Segurança da ONU para tentar viabilizar medidas que restabeleçam a navegação no Estreito de Ormuz, após resistência à autorização explícita do uso da força.

Em carta enviada ao secretário-geral da ONU, António Guterres, e ao presidente do Conselho de Segurança, Mohamed Abushahab, o embaixador dos Emirados solicitou “medidas imediatas” para “garantir a navegação segura e protegida” na região, considerada estratégica para o fluxo global de energia.

Paralelamente, uma proposta revisada apresentada pelo Bahrein retirou a autorização explícita para ação militar, embora mantenha termos que indicam essa possibilidade. A mudança ocorre após objeções de China e Rússia, aliados do Irã e membros permanentes com poder de veto no Conselho.

Leia também: Irã diz que futuro do Estreito de Ormuz após guerra será decidido em parceria com Omã

A versão original do texto estava enquadrada no Capítulo Sete da Carta da ONU, que permite desde sanções até o uso da força, mas enfrentou resistência no colegiado. Ainda assim, Estados Unidos e países do Golfo vinham atuando para impulsionar a iniciativa.

Mesmo com a linguagem mais branda, a proposta segue enfrentando dificuldades para obter consenso entre os membros permanentes. Ainda assim, a expectativa é de que o texto consiga reunir votos suficientes no Conselho, que é composto por 15 países, com votação prevista para os próximos dias.

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