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Trump: Vamos atacar Irã com força nas próximas 2 ou 3 semanas
Publicado 01/04/2026 • 22:23 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 01/04/2026 • 22:23 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (1) que a operação militar contra o Irã está “próxima do fim”, mas indicou que novos ataques podem ocorrer nas próximas duas ou três semanas.
Segundo o presidente, a ofensiva entrou em fase final após uma série de avanços militares que, na avaliação da Casa Branca, comprometeram significativamente a capacidade de resposta do regime iraniano.
“Graças ao progresso que fizemos, eu posso dizer que estamos a caminho de completar todos os objetivos militares americanos em breve. Muito em breve”, afirmou. “Nós vamos derrubá-los extremamente durante as próximas duas ou três semanas.”
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O republicano também indicou que, se não houver acordo, os EUA poderão ampliar os ataques a alvos estratégicos de infraestrutura.
“Se não houver acordo, nós vamos bater em cada um de seus planos de geração elétrica muito forte e provavelmente simultaneamente”, disse.
Em discurso, Trump afirmou que as forças americanas impuseram “vitórias rápidas, decisivas e avassaladoras” no conflito e disse que a estrutura militar iraniana foi amplamente destruída.
“Hoje à noite, a Marinha do Irã acabou. Sua força aérea está em ruínas. Seus líderes, a maioria deles terroristas, e o regime que eles lideravam agora estão mortos”, afirmou. “Seu comando e controle da Guarda Revolucionária Islâmica está sendo dizimado enquanto falamos.”
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Siga o Times | CNBCSegundo o presidente, a capacidade do Irã de lançar mísseis e drones foi severamente reduzida.
“A capacidade deles de lançar mísseis e drones foi dramaticamente limitada, e suas fábricas de armas e lançadores de foguetes estão sendo destruídos. Restam muito poucos”, disse.
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Trump também defendeu a continuidade da ofensiva ao afirmar que o Irã tentou retomar seu programa nuclear após ataques anteriores dos EUA.
“Nós obliteramos completamente aqueles sites nucleares”, disse. “O regime então tentou reconstruir seu programa nuclear em outro local, deixando claro que não tinha intenção de abandonar a busca por armas nucleares.”
Ao comentar os motivos do conflito, o presidente rejeitou que a guerra esteja ligada a interesses energéticos.
“Somos totalmente independentes do Oriente Médio”, afirmou. “Não precisamos estar lá. Não precisamos do petróleo deles. Não precisamos de nada do que eles têm. Estamos lá para ajudar nossos aliados.”
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