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Master: Na CPI, Galípolo defendeu sigilo sobre liquidação do banco, que só tinha 10% para pagar CDBs

Publicado 08/04/2026 • 13:33 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Galípolo afirma que remover diretores da fiscalização do Master poderia ser interpretado como ação política pelo mercado.
  • Banco Master tinha apenas 10% dos recursos necessários para honrar os CDBs emitidos aos investidores.
  • BC criou grupo apartado de análise antes de afastar Paulo Souza e Belline Santana da fiscalização do banco.

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, durante palestra de abertura da sexta edição do LIFT Day, em Brasília.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu nesta quarta-feira (8), durante audiência na CPI do Crime Organizado, que remover o ex-diretor Paulo Souza e o ex-chefe de departamento Belline Santana da fiscalização do Banco Master poderia ter sido interpretado como ação política.

Por isso, o BC optou por criar um grupo apartado de análise e só promoveu o afastamento dos servidores conforme a investigação avançou.

Galípolo revelou ainda que o Banco Master tinha apenas 10% dos recursos necessários para honrar os CDBs emitidos aos investidores, evidenciando a gravidade da situação patrimonial da instituição antes da intervenção do regulador.

Leia também: Banco Master exige rito máximo, diz Galípolo na CPI, e lembra ações bilionárias contra o BC após liquidações antigas

Divergência técnica ou fraude

Em um momento inicial, o BC chegou a considerar a hipótese de que a divergência nos balanços do Master fosse uma questão técnica, não necessariamente um indício de irregularidade. A possibilidade foi descartada conforme as investigações avançaram e os indícios de fraude se tornaram mais concretos.

Justiça vai definir responsabilidade dos diretores

Galípolo ponderou que cabe ao Judiciário determinar se as vantagens indevidas recebidas pelos ex-diretores influenciaram a conduta deles durante a fiscalização do Banco Master. O presidente do BC evitou antecipar qualquer julgamento sobre a responsabilidade individual dos servidores afastados.

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