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Imposto de Renda 2026: como declarar Tesouro Direto, CDB e outros investimentos de renda fixa

Publicado 09/04/2026 • 15:40 | Atualizado há 4 horas

KEY POINTS

  • O cuidado é necessário porque erros no preenchimento podem levar o contribuinte à malha fina.
  • Um dos pontos mais importantes é identificar se o investimento é tributável ou isento de Imposto de Renda.
  • Manter um controle organizado dos investimentos ao longo do ano pode simplificar todo o processo.
Como declarar Títulos de Renda fixa: Tesouro Direto, CDB, LCA, LCI e crédito privado

Foto: REUTERS

Como declarar Títulos de Renda fixa: Tesouro Direto, CDB, LCA, LCI e crédito privado

Com o prazo para declarar o Imposto de Renda 2026 em andamento, investidores que aplicaram em renda fixa ao longo de 2025 precisam redobrar a atenção na hora de prestar contas à Receita Federal. O cuidado é necessário porque erros no preenchimento podem levar o contribuinte à malha fina.

Antes de iniciar o preenchimento, o investidor deve reunir os informes enviados pelas instituições financeiras. De acordo com o blog do BB, esses documentos trazem dados como saldo das aplicações, rendimentos e identificação da instituição responsável pela custódia.

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Sem essas informações, o risco de inconsistência aumenta, por isso, é preciso conferir todos os dados antes de enviar a declaração.

Onde declarar os investimentos?

Os títulos de renda fixa devem ser informados na ficha “Bens e Direitos”, disponível no menu lateral do programa da Receita. É ali que o contribuinte detalha cada aplicação mantida em seu nome ou de dependentes.

Dentro dessa ficha, o caminho correto é selecionar o grupo “Aplicações e Investimentos”. Em seguida, o investidor deve escolher o código correspondente ao tipo de título.

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Diferença entre títulos tributáveis e isentos

Um dos pontos mais importantes é identificar se o investimento é tributável ou isento de Imposto de Renda.

Aplicações como LCA, LCI, CRI, CRA e debêntures incentivadas entram na categoria de títulos isentos. Já produtos como CDB, Tesouro Direto e debêntures comuns são classificados como tributáveis.

Essa distinção define o código que será utilizado no preenchimento e também a forma como os rendimentos serão declarados.

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Após selecionar o tipo de ativo, o contribuinte deve preencher alguns dados essenciais. Entre eles estão o CNPJ da instituição financeira, a titularidade do investimento e o país de localização, que, no caso de aplicações no Brasil, deve ser informado como código 105.

No campo de discriminação, é importante descrever o investimento de forma clara. Informações como tipo de título e instituição ajudam a evitar dúvidas futuras.

Outro ponto obrigatório é o preenchimento dos saldos em 31 de dezembro de 2024 e 31 de dezembro de 2025. Esses valores mostram à Receita a evolução do patrimônio do contribuinte ao longo do ano.

Como declarar os rendimentos

Além de informar o saldo das aplicações, o investidor também precisa declarar os rendimentos obtidos.

No caso de títulos tributáveis, os ganhos normalmente já sofrem desconto de imposto na fonte. Mesmo assim, devem ser informados na ficha de “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva”.

Já os rendimentos de aplicações isentas precisam ser declarados na aba de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

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A Receita Federal cruza dados com bancos e corretoras, o que permite identificar divergências com facilidade. Por isso, omitir informações ou declarar valores incorretos pode resultar em notificação ou multa.

Caso o contribuinte perceba algum erro após o envio, a recomendação é fazer uma declaração retificadora o quanto antes.

Organização facilita a declaração

Manter um controle organizado dos investimentos ao longo do ano pode simplificar todo o processo. Guardar informes, extratos e comprovantes ajuda não apenas na declaração, mas também no acompanhamento da evolução financeira.

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Para quem investe em diferentes produtos de renda fixa, essa organização se torna ainda mais importante, já que cada tipo de aplicação exige atenção a regras específicas na hora de declarar o Imposto de Renda 2026.

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