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Após Nubank assumir Allianz Parque, veja outros estádios com naming rights
Publicado 12/04/2026 • 07:30 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 12/04/2026 • 07:30 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Foto: Barcelona FC
Após Nubank assumir Allianz Parque, veja outros estádios com naming rights
Após a seguradora Allianz anunciar que está deixando o Allianz Parque, casa do Palmeiras, o Nubank agora assumirá o novo naming rights da casa do Verdão. A parceria entre o time paulista e a empresa alemã durou 13 anos, desde o início das operações da arena palmeirense em 2014.
A venda do nome de um estádio é um ativo importante para o clube dono da instalação. Apesar de serem feitos em contratos de longa duração, os valores recebidos pela instituição esportiva podem garantir um maior fluxo financeiro no caixa do clube.
Com isso, veja outros estádios que também tiveram seus naming rights comercializados para empresas.
Leia também: Nubank vai usar estratégia de naming rights para reabrir o Cine Copan
Conforme noticiado anteriormente pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o Brasil também está entre os países com forte presença de empresas que compram os direitos de um estádio/arena. Entre eles estão:

O contrato firmado entre Palmeiras, Wtorre e Allianz em 2014 previa o valor de R$ 300 milhões por 20 anos – R$ 15 milhões anuais.

Casa do Corinthians possui um contrato com a marca de medicamentos no valor de R$ 300 milhões por 20 anos – R$ 15 milhões anuais.

O maior estádio particular do Brasil atualmente tem contrato com a Mondelez por R$ 75 milhões – R$ 25 milhões anuais. Vale destacar que, assim como o Palmeiras, o São Paulo também estuda uma mudança de naming rights, passando os direitos para a BYD, fabricante de carros chinesa.

O Santos acertou a venda do naming rights da antiga Vila Belmiro para a casa de apostas Viva Sorte; o contrato gira em torno de R$ 150 milhões por 10 anos – R$ 15 milhões anuais.

A casa do Athletico Paranaense, conhecida antigamente como Arena da Baixada, atualmente possui um contrato com a Ligga, empresa de telecomunicação, no valor de R$ 200 milhões por 15 anos – R$ 13,3 milhões anuais.

A casa do Esporte Clube Bahia também possui o nome de uma bet. A Casa de Apostas é a detentora do nome da Arena Fonte Nova em um contrato que gira em torno de R$ 52 milhões por 4 anos – R$ 13 milhões anuais.

No mesmo segmento, a empresa de apostas também é dona da Arena das Dunas, reformada para a Copa do Mundo de 2014. Os valores no contrato são de R$ 6 milhões por 5 anos – R$ 1,2 milhão anuais.

O icônico estádio paulista passou por reformas recentes e fechou um acordo de naming rights com o e-commerce argentino Mercado Livre. Os valores são de R$ 1 bilhão por 30 anos – R$ 33,3 milhões anuais.

A casa do time mineiro recém-construída comercializou o naming rights com a construtora brasileira MRV, os valores chegam a R$ 71,8 milhões por 10 anuais.

O maior estádio de Brasília, que também recebeu partidas da Copa do Mundo de 2014, atualmente recebe o nome de BRB Arena. O contrato com a instituição financeira gira em torno de R$ 7,5 milhões por 3 anos – R$ 2,5 milhões anuais.

Por fim, o estádio do Botafogo-SP, a Arena Nicnet, recebe esse nome após fechar um contrato de naming rights com a empresa de internet. Os valores são de R$ 6 milhões por 5 anos – R$ 1,2 milhão anuais.
Além dos estádios brasileiros, a prática de venda do nome da estrutura também é comum no exterior, confira alguns exemplos:
Leia também: Saiba quais são os maiores estádios do Brasil
Como citado, a venda do naming rights para grandes empresas pode ser uma renda financeira importante, até mesmo para clubes bem estruturados, como o Palmeiras. Entretanto, vale destacar que os valores e tempo de contrato podem variar conforme a necessidade do clube e o nível de exposição no futebol nacional.
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