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Casa Branca assume negociações entre Israel e Líbano em meio à escalada militar
Publicado 23/04/2026 • 17:38 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 23/04/2026 • 17:38 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
As negociações iniciais por um acordo entre Israel e Líbano foram levadas nesta quinta-feira (23) para a Casa Branca, permitindo participação direta do presidente Donald Trump, segundo um funcionário do governo ouvido pelo jornal The New York Times.
A mudança de local ocorreu em meio ao agravamento da situação militar na fronteira libanesa, com troca de tiros entre as forças israelenses e o Hezbollah, grupo xiita apoiado pelo Irã, apesar de o cessar-fogo expirar nos próximos dias.
Um bombardeio israelense próximo à cidade de Nabatieh, no sul do Líbano, matou três pessoas, de acordo com o Ministério da Saúde libanês. Já o Hezbollah afirmou ter realizado três ataques separados contra tropas israelenses que permanecem no sul do país.
Leia também: Israel ataca posição do Hezbollah após foguetes contra tropas no sul do Líbano
Os confrontos contínuos vêm dificultando o avanço das negociações mais amplas envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Teerã considera a manutenção do cessar-fogo no Líbano condição essencial para qualquer acordo regional mais abrangente.
As hostilidades entre Estados Unidos e Irã também migraram para o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo e gás. Nos últimos dias, os dois lados apreenderam embarcações sob alegação de violação das regras impostas para navegação na região.
Na quarta-feira, forças iranianas disseram ter capturado dois navios de carga próximos ao estreito. Há poucos sinais públicos de retomada das negociações entre Washington e Teerã.
Nesta quinta-feira, Trump adotou tom mais agressivo e ordenou à Marinha dos EUA que “atire e destrua qualquer embarcação” que esteja lançando minas no Estreito de Ormuz.
Leia também: O que é a “Linha Amarela” e por que ela pode indicar ruptura no cessar-fogo entre Israel e Líbano
Horas antes, o republicano escreveu na rede Truth Social que não deveria haver hesitação diante dessas ameaças.
Mais cedo, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que o país está “pronto” para retomar a guerra contra o Irã e aguarda sinal verde de Trump para “fazer o Irã retornar à Idade da Pedra”.
O aumento das tensões no estreito reacendeu temores no mercado de energia. Com isso, o petróleo voltou a ser negociado acima de US$ 100 (R$ 502) por barril.
Leia também: Exército israelense afirma ter estabelecido “Linha Amarela” no Líbano, semelhante à de Gaza
Os preços energéticos já vinham em alta desde que Estados Unidos e Israel iniciaram a guerra contra o Irã no fim de fevereiro, seguida pela reação iraniana de bloquear a navegação na região.
Em resposta, os Estados Unidos impuseram bloqueio naval que impediu dezenas de embarcações de entrar ou sair de portos iranianos.
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