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Alckmin sobre tarifas dos EUA para aço: da outra vez que isso foi feito, houve cotas
Publicado 10/02/2025 • 16:46 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 10/02/2025 • 16:46 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Geraldo Alckmin, Vice-presidente do Brasil
Marcelo Camargo/Agência Brasil.
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira (10), que o governo brasileiro acredita no diálogo ao comentar o anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas de 25% sobre o aço e o alumínio vendido aos EUA. Ele relembrou que, no passado, em situação similar, houve o estabelecimento de cotas de exportação do produto brasileiro aos norte-americanos.
“Olha, vamos aguardar porque nós acreditamos muito no diálogo. Isso já aconteceu antes, mas houve cotas, foram estabelecidas cotas. A parceria Brasil-Estados Unidos é equilibrada, é um ganha-ganha, nós exportamos para eles, eles exportam para nós, ganha a população”, disse Alckmin, a jornalistas após visitar a planta da Bionovis, em Valinhos (SP).
Alckmin não deu detalhes, mas as cotas para a exportação de aço brasileiro foram estabelecidas em 2018, fruto de uma negociação do governo brasileiro quando, em seu primeiro mandato, Trump anunciou a tarifa de 25% sobre os produtos siderúrgicos que entram nos Estados Unidos.
Para aço semiacabado, a cota foi de foi de 3,5 milhões de toneladas e, para o produto acabado (aços longos, planos, inoxidáveis e tubos) foi de 543 mil toneladas.
Nesta segunda, Alckmin buscou destacar a relação histórica entre os EUA e o Brasil, de 200 anos. “Nós exportamos US$ 40,2 bilhões para os Estados Unidos, importante, que são valor agregado, avião, automóvel, enfim, e eles exportam para nós até um pouco mais, US$ 40,5 bilhões de dólares (…) Vamos aguardar ainda essa questão da taxação. Da outra vez que isso foi feito, teve cotas. A nossa disposição é sempre a de colaboração, parceria em benefício das nossas populações”, respondeu o vice.
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