Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Tarifas dos EUA pressionam comércio global e abrem oportunidades para o Brasil, diz CEO do Lide China
Publicado 03/04/2025 • 13:22 | Atualizado há 10 meses
IA pode provocar o maior choque de empregos da história, alerta CEO da Anthropic
Mozilla desafia gigantes da IA e monta ‘aliança’ para frear domínio da OpenAI; entenda
Ações de empresa espacial disparam 28% após contrato de US$ 151 bi para “Cúpula Dourada” de Trump
EUA x shutdown: impasse sobre verba de segurança ameaça serviços essenciais; entenda o que está em jogo
Prata é a nova obsessão do varejo com apostas recordes em disparada – e em queda livre
Publicado 03/04/2025 • 13:22 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
As novas tarifas impostas pelos Estados Unidos, sob influência do presidente Donald Trump, estão redefinindo o comércio global e colocando em xeque o multilateralismo econômico. As taxas sobre produtos chineses já chegam a 34%, enquanto outros países asiáticos, como Vietnã e Coreia do Sul, também enfrentam tarifas elevadas.
O Brasil, por outro lado, recebeu uma taxação menor, de 10%. Segundo José Ricardo dos Santos, CEO do Lide China, isso pode representar uma oportunidade de fortalecer relações comerciais tanto com os EUA quanto com a China.
“O Brasil pode, sim, desenvolver e ampliar sua relação comercial com os Estados Unidos e, ao mesmo tempo, intensificar a parceria com a China”, disse o especialista em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC nesta quinta-feira (3).
Segundo Santos, a China se mantém como o principal parceiro comercial do Brasil desde 2009, com uma balança comercial de US$ 158 bilhões em 2023 e 2024. No mesmo período, o comércio entre Brasil e EUA cresceu de US$ 75 bilhões para US$ 81 bilhões.
Santos ainda destacou que a crescente tensão entre Washington e Pequim também impacta o setor tecnológico. “A China tem desenvolvido diversos acordos bilaterais e multilaterais, como no BRICS, enquanto os EUA impõem restrições ao uso de tecnologia chinesa em vários países”, disse.
Segundo o especialista, a inovação chinesa, antes vista como sinônimo de baixo custo, agora atrai empresários brasileiros pela sofisticação tecnológica, incluindo pagamentos por reconhecimento facial e carros autônomos.
Com a alta dos custos na China, indústrias que dependem de mão de obra intensiva têm migrado para o Sudeste Asiático, especialmente o Vietnã. O Brasil poderia atrair parte desses investimentos, mas, para isso, precisa de uma estratégia mais agressiva. “Precisamos ampliar o diálogo e fortalecer a diplomacia econômica para garantir mais oportunidades e investimentos para o país”, disse.
__
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, TCL Channels, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Renovação automática e gratuita da CNH vale para idosos? Entenda as regras
2
Sob pressão, Raízen busca alternativas para reduzir a dívida
3
“O fim de um ciclo”: fundadores da Growth Supplements comentam saída
4
Carros elétricos: por que o fim da isenção fiscal utilizada pela BYD pode preservar até 300 mil empregos no Brasil
5
Caso Banco Master chama atenção internacional para possíveis riscos institucionais