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Ações da LVMH caem 7% após resultados do 4º trimestre decepcionarem mercado
Publicado 28/01/2026 • 08:17 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 28/01/2026 • 08:17 | Atualizado há 3 meses
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Stefano Rellandini | AFP | Getty Images (Reprodução CNBC Internacional)
Bernard Arnault alertou nesta quinta-feira para o risco de uma “catástrofe mundial” caso o conflito no Oriente Médio não seja resolvido.
As ações da LVMH caem mais de 7% na bolsa de Paris nesta quarta-feira (28), após o grupo francês divulgar resultados do quarto trimestre que, apesar de ligeiramente acima das estimativas de vendas, não atenderam às expectativas mais elevadas do mercado.
Por volta do meio da manhã, os papéis da companhia recuavam cerca de 7,5%. No mesmo período, ações da Kering, dona da Gucci, caíam aproximadamente 5%, refletindo um movimento mais amplo de ajuste no setor.
Leia também: LVMH registra lucro de mais de 10 bilhões de euros em 2025 e projeta ano sob vigilância
A LVMH registrou crescimento orgânico de 1% na receita do quarto trimestre, que somou 22,7 bilhões de euros. O ritmo foi semelhante ao do trimestre anterior, mas, no acumulado de 2025, a receita orgânica caiu 1%.
Analistas afirmaram que o mercado esperava um desempenho mais forte após balanços positivos divulgados por concorrentes. Em relatório, o Citi destacou que empresas como Richemont, Burberry e Brunello Cucinelli apresentaram melhora consistente na comparação trimestral, elevando o patamar de expectativa para a LVMH.
Em conversa com investidores, o CEO e chairman da LVMH, Bernard Arnault, afirmou que o próximo ano tende a ser desafiador para o setor.
“2026 não será simples”, disse o executivo, ao citar fatores geopolíticos e decisões econômicas tomadas em diferentes países como fontes de incerteza. Segundo Arnault, embora a visão de médio prazo permaneça positiva, o curto prazo impõe dificuldades para projeções mais precisas.
A principal divisão da LVMH, de moda e artigos de couro – responsável pela maior parte do lucro do grupo – registrou queda orgânica de 3% nas vendas no quarto trimestre, em linha com o esperado pelo mercado. Já a área de vinhos e destilados apresentou recuo de 9%.
Em contrapartida, o braço de varejo seletivo, que inclui a rede de cosméticos Sephora, cresceu 7% no período. A divisão de relógios e joias também apresentou avanço, com alta de 8% na receita orgânica.
O desempenho misto reforçou a leitura de investidores de que a LVMH enfrenta um ambiente mais competitivo e seletivo, em um momento de desaceleração da demanda global por bens de alta renda.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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