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Nvidia nega envio de projetos de GPU para a China após relatos de nova operação em Xangai
Publicado 16/05/2025 • 20:38 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 16/05/2025 • 20:38 | Atualizado há 8 meses
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Pixabay
A Nvidia afirmou que não enviará projetos de unidades de processamento gráfico para a China após uma reportagem de que a fabricante de chips de inteligência artificial está trabalhando em um centro de pesquisa e desenvolvimento em Xangai, em vista das recentes restrições de exportação dos EUA.
“Não estamos enviando nenhum projeto de GPU para a China para ser modificado e cumprir os controles de exportação”, disse um porta-voz em um comunicado à CNBC.
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Novas regras de Trump para exportação de chips de IA da China é mais um obstáculo para a Nvidia
O Financial Times foi o primeiro a noticiar a notícia, citando duas fontes familiarizadas com o assunto. O CEO da Nvidia, Jensen Huang, discutiu o potencial novo centro com o prefeito de Xangai, Gong Zheng, durante uma visita no mês passado, informou o Financial Times.
O centro avaliará maneiras de atender às restrições dos EUA e, ao mesmo tempo, atender ao mercado local, embora a produção e o design continuem fora da China, de acordo com a reportagem.
Fabricantes de chips de IA, como a Nvidia, têm enfrentado grandes obstáculos na China desde 2022, quando os EUA começaram a reprimir o envio de chips avançados para a China devido a preocupações com possível uso militar.
Na semana passada, o governo Trump afirmou que substituiria as restrições impostas pelo presidente Joe Biden por uma “regra muito mais simples que libera a inovação americana e garante o domínio da IA americana”. A Nvidia afirmou no mês passado que cobraria uma taxa de US$ 5,5 bilhões referente à venda de suas GPUs H20 na China e em outros países.
Huang já havia comentado sobre a importância da China, um dos principais mercados da empresa, depois dos EUA, Cingapura e Taiwan. Ele disse à CNBC este mês que ficar de fora da segunda maior economia do mundo seria uma “perda tremenda”, estimando que o mercado de IA da China poderia atingir US$ 50 bilhões nos próximos dois a três anos.
“Só precisamos nos manter ágeis”, disse Huang a Jon Fortt, da CNBC, em entrevista ao lado do CEO da ServiceNow, Bill McDermott. “Quaisquer que sejam as políticas do governo, tudo o que for do melhor interesse do nosso país, nós apoiaremos”, acrescentou.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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