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Petróleo fecha em alta, mas recua mais de 11% na semana com cessar-fogo entre Israel e Irã
Publicado 27/06/2025 • 17:17 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 27/06/2025 • 17:17 | Atualizado há 7 meses
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Pixabay
Plataforma de petróleo
Os contratos futuros de petróleo avançaram nesta sexta-feira (27) após dia de alta volatilidade em meio à informações de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) deve avaliar outro aumento na produção da commodity e sinais de avanço dos EUA nas negociações comerciais com a China.
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Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de petróleo WTI para agosto fechou em alta de 0,42% (US$ 0,28), a US$ 65,52 o barril, e o Brent para setembro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), avançou 0,16% (US$ 0,11), a US$ 66,80 o barril.
Todavia, o WTI e Brent encerraram a semana com perdas robustas de 11% e 13%, respectivamente, após tombarem na segunda e terça-feira em reação ao cessar-fogo entre Israel e Irã.
Grande parte do prêmio de risco que levou os preços da commodity às máximas de vários meses foi a ideia de interrupção do fornecimento pelo Estreito de Ormuz, diz a consultoria TD International, o que não aconteceu. “A maioria dos traders agora voltou aos casos básicos ancorados pela oferta e demanda”, acrescenta.
Segundo a Bloomberg, a Opep+ está considerando estender sua série de aumentos de produção em uma reunião no próximo mês. Vários delegados, que pediram para não serem identificados, disseram que seus países estão prontos para considerar o mesmo aumento novamente para agosto, quando se reunirem em 6 de julho.
O fato de que os EUA e a China foram capazes de alcançar um acordo formal – e que foi assinado por Donald Trump na quarta-feira – também prendia a atenção dos investidores. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que vê uma redução da tensão com Pequim. “Tudo dependerá dos chineses, mas acredito que a desescalada das tensões comercias estará sob controle”, disse.
Ainda na política americana, Trump afirmou nesta sexta que estava considerando a suspensão de sanções contra o Irã, mas que foi surpreendido por declarações hostis do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.
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