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ABIPLAST: revogação de tarifas tem efeito imediato na indústria do plástico
Publicado 20/02/2026 • 21:09 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 20/02/2026 • 21:09 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Divulgação
A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) divulgou uma nota oficial analisando o impacto da recente decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre o comércio bilateral. Para a entidade, o veredito não apenas alivia a pressão financeira sobre os exportadores brasileiros, como também restabelece um princípio institucional fundamental: a competência do Congresso americano sobre temas tarifários.
A ABIPLAST destaca que a Suprema Corte declarou ilegais as tarifas impostas com base na IEEPA (Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional), entendendo que essa legislação não confere ao presidente o poder de impor tarifas, uma atribuição que, na visão da Corte, pertence originalmente ao Poder Legislativo dos EUA.
Para a indústria do plástico, os efeitos imediatos da decisão são claros. Há uma redução da pressão tarifária sobre os produtos brasileiros exportados, o que traz um alívio significativo, além de um aumento na segurança jurídica, que dificulta mudanças repentinas baseadas em ordens executivas isoladas, como ocorreu anteriormente.
Entretanto, a ABIPLAST observa que, apesar da derrota judicial de Donald Trump, o presidente anunciou uma nova tarifa global de 10% fundamentada na Seção 122 da lei de comércio, que permite a imposição de tarifas temporárias para corrigir desequilíbrios no balanço de pagamentos. Esta estratégia é vista como uma forma de contornar a decisão da Corte, mantendo a pressão tarifária sobre os produtos importados, incluindo os brasileiros.
A ABIPLAST também alerta que o cenário não está totalmente livre de barreiras. As taxas baseadas em outros dispositivos legais, como a Seção 232, que trata de medidas de segurança nacional, e a Seção 301, que pune práticas comerciais consideradas desleais, continuam em vigor. Essas medidas ainda representam riscos e desafios para as exportações brasileiras, especialmente para o setor do plástico.
A posição da ABIPLAST enfatiza que a previsibilidade regulatória e o respeito às regras institucionais são essenciais para garantir a estabilidade no comércio. A associação informa que continuará monitorando atentamente os desdobramentos da política comercial norte-americana e reforça a necessidade de um diálogo contínuo entre os dois países para assegurar a estabilidade das exportações de plástico e evitar novas barreiras comerciais.
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