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Brasil avança em princípios de sustentabilidade e inclusão no G20, diz secretária de Comércio Exterior
Publicado 23/11/2024 • 13:20 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 23/11/2024 • 13:20 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres, destacou os avanços obtidos pelo Brasil na reforma da governança global durante as discussões do G20.
Em entrevista ao Money Times nesta sexta-feira (22), Prazeres ressaltou a adoção de um documento com compromissos para modernizar instituições internacionais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC) e a Organização das Nações Unidas (ONU), além de abordar temas como limite de acesso a empréstimos no Fundo Monetário Internacional (FMI) e taxação de grandes fortunas.
Ela apontou como prioridade brasileira no encontro o consenso em torno dos “Princípios do G20 para Comércio e Desenvolvimento Sustentável“. O documento, articulado pelo Brasil, define nove diretrizes que devem nortear os países na adoção de medidas que alinhem comércio e sustentabilidade, com foco na proteção ambiental e no desenvolvimento econômico.
“A relação entre comércio e desenvolvimento sustentável veio para ficar, e o Brasil desempenhou um papel essencial em promover esse diálogo no G20”, afirmou a secretária.
Outro ponto de destaque foi a liderança do Brasil no debate sobre a participação das mulheres no comércio internacional. Segundo Tatiana, o Brasil apresentou o primeiro estudo desagregado por gênero, revelando que apenas 14% das empresas exportadoras são lideradas por mulheres no país.
Esse dado impulsionou a criação de um compêndio internacional de boas práticas para promover maior equidade no setor.
“Os membros do G20 se interessaram muito pela metodologia brasileira, reforçando a importância de políticas públicas baseadas em dados para avançar nessa agenda”, explicou.
Prazeres também abordou a situação da Organização Mundial do Comércio (OMC), cujo tribunal de apelação está paralisado. A secretária destacou que a inatividade da instância prejudica o comércio global e impacta negativamente economias como a do Brasil, que já obteve vitórias importantes na organização em casos envolvendo produtos como açúcar e algodão.
Durante o G20, os países membros se comprometeram a trabalhar para restabelecer um sistema de resolução de disputas funcional, o que foi considerado um avanço estratégico.
Ao encerrar a entrevista, a secretária reforçou que o Brasil continuará atuando ativamente na construção de consensos e na defesa de um sistema comercial internacional mais inclusivo, sustentável e eficiente.
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