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CNBC: “EUA têm esperado por esse momento desde 1979”, diz Secretário de Defesa
Publicado 02/03/2026 • 10:31 | Atualizado há 2 semanas
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Publicado 02/03/2026 • 10:31 | Atualizado há 2 semanas
KEY POINTS
Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, defende ofensiva de Trump contra o Irã e afirma que a operação com Israel enfraqueceu significativamente as capacidades militares e nucleares do Irã em pronunciamento a imprensa no Pentágono. O chefe do Estado-Maior Conjunto, John Daniel Caine, também estava presente.
Durante o discurso, Peter afirmou que “o regime teve várias chances de fazer um acordo de paz, mas eles não queriam negociar. Eles estavam enrolando e nos deixaram como reféns enquanto ameaçavam atacar nossa forças”.
Hegseth adotou um tom duro ao justificar a ação militar. Segundo ele, o governo americano considera que o regime iraniano representava uma ameaça direta aos interesses dos Estados Unidos e de seus aliados. “Nossos objetivos militares são claros. Nosso objetivo é proteger parceiros próximos do Irã e estávamos preparados para um contra-ataque.“
De acordo com Pete, o objetivo central é impedir que o Irã desenvolva armas nucleares. “Regimes loucos como o do Irã não podem ter armas nucleares”, disse. Ele também afirmou que, caso cidadãos americanos sejam ameaçados, a resposta será direta: “Se você matar americanos ou ameaçar americanos, nós vamos te caçar sem nenhuma hesitação”.
O secretário afirmou que as ambições do governo não são utópicas, mas sim realistas, para garantir a defesa dos americanos. Além disso, defendeu o objetivo dos Estados Unidos em destruir áreas militares e estruturas ligadas ao programa nuclear iraniano, chamada de Operação Midnight Hammer, e que agora “o inimigo foi desmascarado.”
John Daniel-Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, afirmou que os Estados Unidos têm capacidade de responder a ameaças em qualquer parte do mundo: “Se houver alguma ameaça contra os Estados Unidos ou nossos aliados, entendam perfeitamente: nós podemos chegar até você e vamos prevalecer”, declarou.
Hegseth também ressaltou que Washington continuará priorizando a segurança nacional e de seus aliados. “O presidente Trump coloca a América e os americanos em primeiro lugar”, afirmou.
Apesar de reconhecer que operações militares podem gerar baixas, o secretário disse que o governo americano não pretende recuar. “Não pedimos desculpas e não hesitamos”, declarou. “Estamos lutando para vencer.”
Peter alertou que estão lutando contra um inimigo determinado, mas que as forças militares americanas são melhores.
Leia mais: Primeiro-ministro libanês anuncia banimento das atividades militares do Hezbollah
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