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Cacá Bueno explica maior presença das montadoras chinesas no Salão do Automóvel 2025
Publicado 18/11/2025 • 13:19 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 18/11/2025 • 13:19 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
No quadro Negócios em Jogo, do programa Real Time, no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Bueno analisou o retorno do Salão do Automóvel a São Paulo após sete anos, destacando o avanço das montadoras chinesas e as mudanças que estão redefinindo o mercado automotivo brasileiro.
“É uma grande oportunidade para aproximar o público e mostrar como cada produto evoluiu”, afirmou Cacá Bueno, piloto e comentarista do canal. Segundo ele, o evento ganha relevância ao evidenciar a transição tecnológica e o impacto das novas marcas no país.
O Salão do Automóvel de 2025 marca a retomada de um dos maiores eventos do setor no Brasil, agora influenciado pela expansão das montadoras chinesas e pela ausência de tradicionais fabricantes globais. A mudança ocorre em meio a debates sobre eletrificação, infraestrutura e o comportamento do consumidor frente aos veículos híbridos e elétricos.
Bueno destacou que as montadoras tradicionais já têm espaço consolidado no imaginário do público. Ele disse ao Times Brasil que as chinesas ainda precisam explicar melhor seus diferenciais para conquistar o consumidor na “segunda compra”.
“Os chineses têm quase 10% do mercado, mas agora precisam mostrar por que querem dominar e como vão evoluir em infraestrutura, bateria e autonomia”, afirmou.
O piloto observou que o brasileiro compra pela junção entre preço e afeto. Ele explicou que os modelos de entrada chineses atraem pelo custo-benefício, enquanto o segundo carro exige confiança e identificação emocional.
“Existe um saudosista que quer combustão, barulho e o ambiente conhecido. Há quem tema o elétrico e repita mitos”, disse Bueno, reforçando que a transição deve ser acompanhada de esclarecimento técnico.
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Bueno ressaltou que a desvalorização dos elétricos é consequência da rápida evolução tecnológica. Ele afirmou ao canal que, diferentemente dos carros a combustão, a cada geração os elétricos mudam significativamente, o que altera seu valor de revenda.
“A diferença entre um iPhone novo e um antigo não está só no uso, mas no fato de ser ultrapassado”, comparou, defendendo que a tecnologia continuará avançando.
Para o comentarista, o foco do Salão deve ser a autonomia das baterias. Ele disse que modelos internacionais já alcançaram grandes avanços e que isso pode superar os desafios de infraestrutura. “Se o elétrico chegar a mil quilômetros de autonomia, você carrega uma vez por mês. Isso quebra a barreira da recarga”, explicou.
Bueno também comentou a aposta do evento em áreas de test drive. Ele destacou que oferecer 40 carros para testes aproxima o consumidor e permite conhecer marcas novas.
“É a chance real de experimentar o carro que você está vendo, não só olhar”, afirmou, reforçando que essa dinâmica recoloca o Salão entre os grandes eventos mundiais.
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