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Defesa de CFO da Ambipar pede reversão do bloqueio de bens
Publicado 23/10/2025 • 12:00 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 23/10/2025 • 12:00 | Atualizado há 8 meses
A defesa do diretor financeiro da Ambipar, Thiago da Costa Silva, protocolou nesta quinta-feira (23) um pedido de reconsideração à decisão da 18ª Vara Cível de São Paulo, que havia autorizado a publicação do protesto judicial movido pelo Banco Bradesco para limitar a venda de seus bens.
O documento, assinado por um grupo de 15 advogados de Thiago, entre eles Luis Felipe Salomão Filho e Ana Tereza Basilio, ALEGA QUE o BANCO tenta usar o Poder Judiciário para pressionar e expor publicamente executivos da companhia.
Procurado, o Bradesco respondeu que não irá comentar.
Segundo o pedido dos advogados de Thiago, o juiz teria sido “induzido a erro” ao deferir o pedido do credor sem ouvir previamente o diretor financeiro.
A defesa sustenta que a decisão foi tomada sem apresentação de provas concretas de que Thiago estivesse alienando bens.
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Siga o Times | CNBCO documento argumenta que o credor não apresentou evidência de ocultação ou dilapidação de patrimônio por parte de Thiago da Costa Silva e que as alegações se baseiam apenas em matérias jornalísticas e conjecturas de mercado.
A defesa cita novamente o entendimento da 3ª Vara Cível, segundo o qual o protesto judicial “não pode ser usado como antecipação de juízo de valor sobre condutas ainda sob apuração” e que a medida, embora não restrinja bens, pode gerar “efeitos reputacionais relevantes”, especialmente contra executivos de companhias abertas.
Ao final, a defesa pede que o juiz reconsidere a decisão que autorizou a publicação do edital e extinga o protesto judicial.
Ainda no pedido para extinguir o processo judicial, a defesa de Thiago reafirma que as medidas adotadas pelo Grupo Ambipar têm amparo na leique rege as recuperações judiciais, e foram reconhecidas pela 3ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro e mantidas pelo Tribunal de Justiça fluminense.
Segundo o texto, o objetivo da tutela cautelar antecedente movida pela empresa é evitar a insolvência do grupo e proteger uma cadeia de mais de 23 mil trabalhadores diretos, além de fornecedores e contratos ambientais.
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