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Apagão em SP: prejuízo a bares, restaurantes e hotéis pode chegar a R$ 100 milhões
Publicado 14/12/2025 • 20:28 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 14/12/2025 • 20:28 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Paulo Pinto / Agência Brasil
O impacto financeiro do apagão em São Paulo para os setores de hospedagem e alimentação fora do lar pode atingir R$ 100 milhões, aponta a Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp). O levantamento aponta que cerca de 5 mil estabelecimentos foram afetados na capital, região do ABC, Osasco, Itapecerica da Serra e partes do interior, contabilizando prejuízos com avarias em equipamentos, perda de estoques e evasão de clientes
O diretor-executivo da Fhoresp, Edson Pinto, é taxativo ao afirmar que a Enel falha por não conseguir atender a urgências, sendo o episódio recorrente. A entidade, que representa cerca de 500 mil estabelecimentos no estado e mais de 20 sindicatos patronais, calcula que os prejuízos são potencializados com fim de ano, férias escolares, compras e confraternizações de Natal, “que, indiscutivelmente, aquecem a Economia”, avaliou.
A Fhoresp estima ainda que, aproximadamente, 5 mil estabelecimentos, entre hotéis, bares e restaurantes, foram impactados pelo apagão. Muitos, ainda no escuro, perderam produtos estocados e, para piorar, clientes – o que ocasiona, ainda, falta de faturamento, colocando em risco, inclusive, os empregos de quem trabalha no setor.
“Não foram poucos os cancelamentos de reservas, de quarta-feira para cá, sendo que, neste período natalino, acontece o contrário – fila de espera”, explicou Edson Pinto. “Não de hoje, a Enel apresenta problemas recorrentes em relação ao fornecimento de energia elétrica. Este já é o sétimo apagão em menos de dois anos. Os setores de Alimentação Fora do Lar e de Hospedagem ficam reféns. São poucos os empresários que conseguem recorrer a geradores ou realocar os produtos em tempo de não perder os alimentos. É um caos! Pergunto: quem é que paga a conta?”, questiona o diretor-executivo da Federação.
Leia mais:
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Como dezembro é um dos meses de maior movimento para restaurantes, bares e hotéis, as empresas se preparam para atender a alta demanda. Logo, reforçam a mão-de-obra, com contratações temporárias, e incrementam o estoque – hoje, em risco iminente por conta de falta de energia elétrica, que, segundo a própria Enel, não tem data para ser restabelecida:
Ação na Justiça
As empresas afetadas pelo blecaute, por ora, resta a via judicial. A orientação da Fhoresp, neste momento, é que os prejudicados reúnam o maior número de elementos, provas dos prejuízos, para ajuizar ações de ressarcimento pelos dias de não funcionamento e, consequentemente, de não faturamento; pela perda de mercadorias; e, entre outros, por equipamentos queimados, face à oscilação de energia.
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