Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Câmara aprova regulação das plataformas de streamings
Publicado 05/11/2025 • 11:40 | Atualizado há 5 meses
Eli Lilly fecha acordo bilionário para levar medicamentos desenvolvidos por IA ao mercado global
Carta de Pokémon vendida por Logan Paul por mais de R$ 84 milhões atrai atenção de investidores
Paquistão se prepara para sediar negociações entre EUA e Irã nos “próximos dias”
Como os CEOs das gigantes de petróleo e gás veem os impactos da guerra no Irã sobre o fornecimento global
Derrotas judiciais da Meta acendem alerta sobre riscos da pesquisa em IA e segurança do usuário
Publicado 05/11/2025 • 11:40 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Freepick
Mulher vendo streaming
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (4) o texto-base do Projeto de Lei 8.889/17, que prevê a cobrança de tributo para o serviço de streaming. Os deputados aprovaram o texto apresentado pelo relator, deputado Doutor Luizinho (PP-RJ).

Os destaques, que podem mudar o texto, serão analisados nesta quarta-feira (5).
O texto-base prevê que as plataformas de streaming terão de pagar a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine). Terão de pagar o tributo os chamados serviços de vídeo sob demanda (VoD, na sigla em inglês), como Netflix; televisão por apps, como Claro TV+; e compartilhamento de conteúdo audiovisual, a exemplo do Youtube.
Leia também:
O tributo irá variar de 0,1% a 4% conforme a receita bruta anual, excluídos os tributos indiretos incidentes e incluídas receitas com publicidade. Ficarão isentas aquelas com receita de até R$ 4,8 milhões, que é o teto para empresa de pequeno porte no Simples Nacional.
Os serviços de VoD pagarão de 0,5% a 4%, com parcelas dedutíveis fixas de R$ 24 mil a R$ 7,14 milhões em cinco faixas. Já o serviço de compartilhamento pagará alíquotas de 0,1% a 0,8%, com parcelas dedutíveis de R$ 4,8 mil a R$ 1,4 milhão.
Pelo relatório, a contribuição poderá ser reduzida em 75% se mais da metade do total de conteúdos audiovisuais ofertados pela plataforma forem nacionais.
Segundo o relator, as plataformas podem ter até 700 obras nacionais em catálogo, como forma do cumprimento mínimo da cota de 10% de conteúdo brasileiro.
Cineastas, roteiristas, produtores e técnicos do audiovisual protestaram nesta segunda-feira (3) em diversas capitais contra o projeto de lei.
De acordo com o movimento, o relatório “representa um risco histórico de desmonte da indústria audiovisual nacional”, por contrariar o parecer técnico da Ancine e os consensos construídos com a sociedade civil, e favorecer grandes empresas estrangeiras do setor.
* Com informações da Agência Câmara
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Motor de avião da Delta pega fogo após decolagem e piloto faz retorno de emergência em Guarulhos; veja os vídeos
2
Tesouro Reserva: quem pode investir no novo título atrelado à Selic?
3
Como é a mansão de 96 cômodos de Anita Harley, herdeira da Pernambucanas que está em coma há anos
4
Fictor na mira da PF: como funcionava o esquema de fraudes contra a Caixa
5
Tesouro Reserva: como funciona o investimento que promete liquidez 24h