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Confiança do consumidor sobe pelo quarto mês seguido e atinge maior nível em um ano
Publicado 22/12/2025 • 09:28 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 22/12/2025 • 09:28 | Atualizado há 3 semanas
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Pixabay
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pelo FGV IBRE, avançou pelo quarto mês consecutivo em dezembro e alcançou 90,2 pontos, alta de 0,4 ponto em relação a novembro. É o maior nível desde dezembro de 2024, quando o indicador marcou 91,3 pontos. Na média móvel trimestral, o índice também apresentou melhora, com avanço de 0,9 ponto, para 89,5 pontos.
Segundo o FGV IBRE, o resultado foi sustentado exclusivamente pela melhora das expectativas para os próximos meses, enquanto os indicadores que refletem a percepção sobre o momento atual da economia registraram recuo. O avanço da confiança foi mais intenso entre os consumidores de menor renda.
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“A confiança do consumidor subiu pelo quarto mês seguido, impulsionado pela melhora das expectativas para os próximos meses, enquanto os indicadores que refletem a percepção sobre o momento atual recuaram. Entre as faixas renda, o avanço da confiança foi mais expressivo entre os consumidores de menor renda”, afirmou Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE, em nota.
De acordo com a economista, a trajetória recente do ICC reflete um consumidor menos pessimista, apoiado por um mercado de trabalho aquecido e maior poder de compra. Ainda assim, ela destaca que as condições financeiras das famílias seguem pressionadas.
“Os indicadores de situação atual sugerem um quadro ainda desafiador para as famílias. As restrições financeiras associadas aos elevados níveis de endividamento e inadimplência continuam pressionando o orçamento”, disse.
O Índice de Expectativas (IE) subiu 1,4 ponto em dezembro, para 95,2 pontos, o maior patamar desde dezembro de 2024, quando alcançou 97,6 pontos. Já o Índice de Situação Atual (ISA) recuou 1,4 ponto no mês, para 83,4 pontos, interrompendo duas altas consecutivas.
Entre os componentes do IE, o indicador de situação financeira futura da família avançou 0,1 ponto, para 93,0 pontos, enquanto o indicador de compras previstas de bens duráveis subiu 0,3 ponto, alcançando 84,9 pontos. O destaque ficou para o indicador de situação econômica local futura, que avançou 3,6 pontos, para 108,3 pontos, maior nível desde setembro de 2024.
Na outra ponta, os indicadores ligados à percepção do momento atual mostraram deterioração. O indicador de situação econômica local atual recuou 1,7 ponto, para 94,1 pontos, enquanto o indicador de situação financeira atual da família caiu 1,0 ponto, para 73,1 pontos.
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