Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Economia brasileira está fora de sincronia e exige grande ajuste estrutural, diz Goldman Sachs
Publicado 18/07/2025 • 14:58 | Atualizado há 1 ano
O que a Paramount prometeu a Hollywood para obter os direitos de exibição da WBD
Coca-Cola contrata Rob Gehring, da Monster, para dirigir operações na América do Norte
Trump e Xi encerram visita de Estado marcada mais por espetáculo do que por acordos
Rússia pode atacar um país da Otan em questão de meses, alerta inteligência dinamarquesa
Meta sai na frente da OpenAI em dispositivos de IA, mas aposta de Zuckerberg ainda é incerta
Publicado 18/07/2025 • 14:58 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Sede da Goldman Sachs
Reprodução: Wikipedia
O Goldman Sachs alertou nesta sexta-feira (18), em relatório, que a economia brasileira está “fora de sincronia” e exige um ajuste fiscal permanente para evitar desequilíbrios domésticos e externos.
“Nos últimos anos, o macro brasileiro tem se desviado gradualmente tanto do equilíbrio interno quanto externo: inflação alta acima da meta, expectativas de inflação desancoradas, aumento da dívida pública e erosão do saldo em conta corrente”, afirma um trecho do documento.
Segundo o banco, esse cenário combina política fiscal frouxa com política monetária apertada, o que fortalece o real no curto prazo, mas tende a fragilizar a moeda mais adiante. De acordo com o relatório, somente o aperto dos juros não será capaz de recolocar a inflação na meta nem de conter o déficit em transações correntes.
A instituição ressalta que “será necessário muito mais do que apenas o aperto da política monetária para garantir simultaneamente baixa inflação e equilíbrio externo”. Na avaliação do Goldman, o remédio passa por um “grande e permanente ajuste fiscal estrutural”, que reduza a absorção doméstica, contenha a alta de preços e mantenha o déficit externo em nível sustentável.
Leia mais:
“O PIX virou uma vitrine tecnológica para o mundo”, diz analista sobre críticas dos EUA
Setor privado quer evitar escalada tarifária com os EUA e propõe revisão construtiva, diz Lide
O mix de medidas resolveria o chamado problema de atribuição ótima entre política monetária e fiscal descrito por Robert Mundell (1962). Enquanto o governo não sinaliza cortes de gastos ou aumento de receitas capazes de gerar superávits primários, o ônus recai sobre o Banco Central, afirmam os economistas.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCPorém, adverte o documento, que “taxas reais altas são indiscutivelmente necessárias no curto prazo, mas não são o remédio que curará a economia no médio prazo se o equilíbrio fiscal não se deslocar para superávits primários estruturais”.
A incerteza sobre quando e como ocorrerá a consolidação das contas públicas mantém elevado o prêmio de risco nos títulos de médio e longo prazo, ressalta o Goldman. Até que haja clareza sobre a trajetória fiscal, os investidores devem continuar exigindo retorno maior para financiar o Tesouro.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Snoopy no Starbucks: quanto vai custar a coleção de Halloween no Brasil?
2
Após morte, cantor Rick deixa suposta herança milionária; veja valor
3
Preços do petróleo caem após notícia de que Arábia Saudita pretende reativar oleoduto estratégico nesta semana
4
Banco Master acumulou bilhões em pré-precatórios ligados a processos nas altas cortes da justiça
5
Daniel Vorcaro reservou mansão de luxo para ministro Nunes Marques no Carnaval de 2025